Contribuição

Arquitetura na Periferia: Mulheres que constroem a própria casa

Olá!

O projeto Arquitetura na Periferia capacita mulheres a fazer serviços de construção para que elas possam melhorar as próprias casas. Esse projeto acontece em Belo Horizonte – MG. Esse projeto surgiu a partir da pesquisa de mestrado da Carina Guedes quando ela levantou questionamentos sobre os motivos pelos quais a população brasileira tem pouco contato com profissionais da área de construção civil como arquitetos e engenheiros.

A partir disso, nasceu o projeto com o objetivo de qualificar mulheres da periferia para que consigam melhorar as próprias moradias. Todo o trabalho é colaborativo e as mulheres participam desde a concepção do projeto até a execução. Atualmente a equipe conta com duas arquitetas, duas estudantes de engenharia e uma colaboradora local.

Até o dia 28 de novembro você poderá ajudar esse projeto! Foi lançado um projeto de financiamento coletivo com a meta de 30 mil reais, até o momento elas conseguiram arrecadar 50% da meta, as doações são a partir de R$ 15,00.

Para fazer a sua doação acesse o link https://abraceobrasil.org/pt-br/campanha/

Se quiser entrar em contato para saber mais sobre esse projeto é só enviar uma mensagem para:

Arquitetos sem Fronteiras
Rua Horizonte, 298 – Paraíso | Belo Horizonte, MG
31 996951390
arquitetossemfronteiras@gmail.com

Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) incentiva participação de mulheres no mercado de TI

Contra tudo e contra todos, as mulheres desempenharam um papel fundamental na história da tecnologia. Ada Lovelace desenvolveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina. Grace Hopper foi a criadora daquele que é considerado o primeiro software de computador. A irmã Mary Kenneth Keller (sim, uma freira!) foi a primeira norte-americana a conseguir um PhD em Ciência da Computação e participou da criação da linguagem BASIC.

Entretanto, o sexo feminino ainda é minoria no mercado da Tecnologia da Informação (TI): a área da tecnologia é dominada por homens, e isso vem desde as salas de aula. Segundo dados do último Censo da Educação Superior (2013) obtidos pela PrograMaria — Portal que reúne mulheres para debater a equidade de gênero na TI —, a cada 100 estudantes matriculados em cursos de computação no Brasil, apenas 15 são do sexo feminino.

A boa notícia é que já existem movimentos no mercado para fomentar uma maior inclusão das mulheres neste segmento, incentivando-as desde a sua formação. Exemplo disso, é o Programa “Meninas Digitais”, que integra a programação do 37º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação — maior evento da área da computação no Brasil — que aconteceu  nos dias 2 e 7 de julho, na Capital Paulista.

As previsões de crescimento do setor são promissoras, e a atividade é lucrativa. O salário na área varia entre R$ 2,2 mil e R$10 mil. Porém, as mulheres ainda enfrentam a desigualdade de salários entre os sexos. De acordo com o Code.org — organização, sem fins lucrativos cujo objetivo é divulgar e ensinar programação a pessoas de todas as idades —, os empregos na área de computação irão mais do que dobrar até 2020, para 1,4 milhão de vagas. Porém, não há mão de obra qualificada suficiente para cumprir essa demanda e a estimativa é que apenas 400 mil vagas sejam preenchidas. E um dos principais motivos é o baixo número de mulheres na área.

A proposta do Programa, que está vinculado a SBC desde 2015, é formar parcerias para desenvolver ações e projetos que reforcem a autoestima e incentivem as participantes na busca contínua pelo seu crescimento. Dentro da programação do CSBC — que envolverá palestras, bate-papo e oficinas —, o objetivo é colaborar no processo de empoderamento das meninas na área de TI e também investir na formação das futuras gerações de mulheres deste segmento, facilitando sua empregabilidade e sociabilização. A ideia é colaborar para a autonomia das meninas nesta área, a equidade de gênero e o reconhecimento do potencial feminino da área de TI. As ações do Programa são diversificadas: oferta de minicursos e oficinas; realização de dinâmicas; palestras com estudantes e profissionais que já atuam na área compartilhando suas experiências etc. O Programa iniciou-se em 2011 sob a coordenação da Secretaria Regional da SBC – Mato Grosso e, em 2015, foi institucionalizado pela SBC como programa de interesse nacional da comunidade, é gratuito e voltado para mulheres do ensino médio e fundamental.

Durante o congresso, o Programa contemplou  estudantes de escolas públicas e privadas, com idade de 10 a 12 anos. Para conferir a programação completa do Congresso, saber mais sobre o Programa “Meninas Digitais”  —, é só acessar o link: http://www.csbc2016.com.br

Para falar mais sobre o Programa “Meninas Digitas” da SBC estarão disponíveis as seguintes fontes:
Coordenador-geral do Congresso da SBC, Avelino Zorzo.
Professor Cristiano Maciel (Secretário Regional da SBC – Regional Mato Grosso; professor da UFMT – Cuiabá).
Professora Silvia Amélia Bim (Secretária Adjunta da SBC – Regional Paraná, professora da UTFPR – Curitiba), coordenadores do Programa.

Sobre a Sociedade Brasileira de Computação (SBC)

A Sociedade Brasileira de Computação, que irá realizou o congresso com o tema “Computação & Interdisciplinaridade”, entre os dias 4 e 7 de julho, no Centro de Eventos da PUCRS, é uma associação científica, sem fins lucrativos. A instituição reúne pesquisadores, professores, estudantes e profissionais que atuam em pesquisa científica, educação e desenvolvimento tecnológico na área de Computação. A SBC faz parte da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da International Federation for Information Processing (IFIP).

O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado anualmente pela SBC, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área de Computação nacional e internacional. Desde a sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos satélites, tem-se mostrado um importante palco para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, não só para o ambiente acadêmico e científico, mas, também, para projetos sociais e interdisciplinares.

 

Fonte: assessoria de imprensa cdn comunicação

Como incentivar mulheres no Linux

Olá!

O Paulo Santana fez um trabalho super bacana de tradução de um texto da Valerie Aurora sobre com incentivar as mulheres no Linux. Ele percebeu que os problema citados no texto que foi escrito em 2012 ainda não pertinente nos dias de hoje!

Lembro que quando comecei a ir para os meus primeiros eventos de Software Livre como o FISL em 2005, a Sulamita era uma referência em palestras sobre os problemas com preconceitos que as mulheres enfrentavam (e ainda enfrentam) na área de TI e especialmente nas comunidades de Software Livre. Ela liderava as LinuxChix Brasil, e obviavamente também era referência em palestras de assuntos técnicos diversos sobre Software Livre.

Decidi então fazer o download dos arquivos do HOWTO e revisar a tradução, fazendo pequenas correções para deixar o o texto mais claro e coerente.

Como citei anteriormente, o HOWTO foi escrito em 2002 mas é incrível como os problemas citados são ainda muito atuais. É bom lembrar que naquela época o principais meios de comunicação em grupo na internet eram as listas de discussões por email e os canais de IRC. Ainda não existiam redes sociais como Facebook e Twitter. Se por um lado ao longo dos anos a maioria dos homens está aprendendo a lidar de forma correta com a participação das mulheres e passando a respeitar suas opiniões, especificidades, etc, por outro lado as redes sociais potencializaram a voz daqueles que ainda insistem infelizmente em externalizar seus preconceitos.

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Vamos Ajudar o Projeto Meninas Digitais?!

Olá!

As alunas que participam do projeto Meninas Digitais da regional de Santa Catarina lançaram uma vaquinha para arrecadar dinheiro (R$12.000) para apresentarem artigos acadêmicos no  XXIV Colóquio da AFIRSE em Portugal.

Para quem não conhece muito do meio acadêmico, para apresentar um trabalho em um evento você deve escrever o artigo um template específico, enviar para uma comissão avaliar se o seu trabalho está de acordo com os critérios do evento e depois você recebe o aceite e pode apresentar. Então, elas já conseguiram praticamente metade do caminho, agora só falta a contribuição das pessoas para que elas possam ir ao evento e apresentar.

meninaslogoSobre o Projeto Meninas Digitais:

O Programa Meninas Digitais, da Sociedade Brasileira da Computação (SBC) tem como objetivo divulgar a área de Computação para despertar o interesse de estudantes do ensino médio/tecnológico ou dos anos finais do ensino fundamental, para que conheçam melhor a área e, desta forma, motivá-las a seguir carreira em Computação. As ações do Programa são diversificadas: oferta de minicursos e oficinas; realização de dinâmicas; palestras com estudantes e profissionais que já atuam na área compartilhando suas experiências etc.
Tal Programa teve início em 2011 sob a coordenação da Secretaria Regional da SBC – Mato Grosso e, em 2015, foi institucionalizado pela SBC como programa de interesse nacional da comunidade. Fonte: site SBC

Conheça o Projeto Meninas Digitais da UFSC

Para quem quiser contribuir é só clicar no link AQUI.