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O dia em que uma mulher quebrou 30 anos de silêncio na NFL

Olá!

Está semana a americana Beth Mowins narrou um jogo da NFL no dia 11 de setembro depois de completar 30 anos desde que a última mulher narrou um jogo da liga de futebol americano. Ela será a segunda mulher a narrar um jogo da NFL e a primeira a fazer um jogo transmitido pela televisão.

A Beth tem uma carreira bastante sólida no jornalismo esportivo, ela é narradora desde os anos 90. Separei algumas notícias sobre esse feito histórico, para conferir as matérias é só clicar nas imagens!

O blog Elas no ataque da Maria Eduarda Cardim e Maíra Nunes fizeram uma matéria sobre a trajetória da Beth

No Brasil, a ESPN convidou a Paula Ivoglo para comentar o mesmo jogo.

A Paula tem um site que sobre a NFL chamado NFL de bolsa

 

E no vídeo abaixo vocês podem conferir um pouco da narração da Beth no jogo do do Chargers vs. Broncos

Como infelizmente ainda acontece, teve muitos comentários preconceituosos nas redes sociais só pelo fato da narradora ser mulher. Mas é um passo por vez, acredito que temos que persistir sempre e depois desse jogo eu só espero ver a Beth narrando mais jogos! 😀

Inscrições abertas para a bolsa Goldman Sachs Grace Hopper

O banco Goldman Sachs está ofertando 25 bolsas para mulheres estudantes que desejam participar do evento Grace Hopper celebração da mulher na computação que vai acontecer de 04 a 06 de Outubro em Orlando!

A bolsa inclui a participação no evento Grace Hopper em celebração das mulheres na computação, em Nova York – incluindo passagens de ida e volta, acomodação e alimentação. As selecionadas também visitarão o escritório de NY do banco e realizarão uma entrevista para um estágio ou vaga de emprego com início em 2018.

Se você quiser participar tem que correr porque as inscrições só vão até o dia 25 de agosto!

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Prorrogada a Submissão de trabalhos para a VII Semana de Produção Científica do Conecta IF 2017

Instituto Federal de Brasília prorrogou o prazo limite para submissões dos resumos de trabalhos científicos para a VII Semana de Produção Científica do Conecta IF 2017 foi prorrogado até o dia 13 de agosto de 2017.

O cronograma do evento com as datas de submissão, avaliação e divulgação dos trabalhos aprovados pode ser acessado aqui.

Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) incentiva participação de mulheres no mercado de TI

Contra tudo e contra todos, as mulheres desempenharam um papel fundamental na história da tecnologia. Ada Lovelace desenvolveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina. Grace Hopper foi a criadora daquele que é considerado o primeiro software de computador. A irmã Mary Kenneth Keller (sim, uma freira!) foi a primeira norte-americana a conseguir um PhD em Ciência da Computação e participou da criação da linguagem BASIC.

Entretanto, o sexo feminino ainda é minoria no mercado da Tecnologia da Informação (TI): a área da tecnologia é dominada por homens, e isso vem desde as salas de aula. Segundo dados do último Censo da Educação Superior (2013) obtidos pela PrograMaria — Portal que reúne mulheres para debater a equidade de gênero na TI —, a cada 100 estudantes matriculados em cursos de computação no Brasil, apenas 15 são do sexo feminino.

A boa notícia é que já existem movimentos no mercado para fomentar uma maior inclusão das mulheres neste segmento, incentivando-as desde a sua formação. Exemplo disso, é o Programa “Meninas Digitais”, que integra a programação do 37º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação — maior evento da área da computação no Brasil — que aconteceu  nos dias 2 e 7 de julho, na Capital Paulista.

As previsões de crescimento do setor são promissoras, e a atividade é lucrativa. O salário na área varia entre R$ 2,2 mil e R$10 mil. Porém, as mulheres ainda enfrentam a desigualdade de salários entre os sexos. De acordo com o Code.org — organização, sem fins lucrativos cujo objetivo é divulgar e ensinar programação a pessoas de todas as idades —, os empregos na área de computação irão mais do que dobrar até 2020, para 1,4 milhão de vagas. Porém, não há mão de obra qualificada suficiente para cumprir essa demanda e a estimativa é que apenas 400 mil vagas sejam preenchidas. E um dos principais motivos é o baixo número de mulheres na área.

A proposta do Programa, que está vinculado a SBC desde 2015, é formar parcerias para desenvolver ações e projetos que reforcem a autoestima e incentivem as participantes na busca contínua pelo seu crescimento. Dentro da programação do CSBC — que envolverá palestras, bate-papo e oficinas —, o objetivo é colaborar no processo de empoderamento das meninas na área de TI e também investir na formação das futuras gerações de mulheres deste segmento, facilitando sua empregabilidade e sociabilização. A ideia é colaborar para a autonomia das meninas nesta área, a equidade de gênero e o reconhecimento do potencial feminino da área de TI. As ações do Programa são diversificadas: oferta de minicursos e oficinas; realização de dinâmicas; palestras com estudantes e profissionais que já atuam na área compartilhando suas experiências etc. O Programa iniciou-se em 2011 sob a coordenação da Secretaria Regional da SBC – Mato Grosso e, em 2015, foi institucionalizado pela SBC como programa de interesse nacional da comunidade, é gratuito e voltado para mulheres do ensino médio e fundamental.

Durante o congresso, o Programa contemplou  estudantes de escolas públicas e privadas, com idade de 10 a 12 anos. Para conferir a programação completa do Congresso, saber mais sobre o Programa “Meninas Digitais”  —, é só acessar o link: http://www.csbc2016.com.br

Para falar mais sobre o Programa “Meninas Digitas” da SBC estarão disponíveis as seguintes fontes:
Coordenador-geral do Congresso da SBC, Avelino Zorzo.
Professor Cristiano Maciel (Secretário Regional da SBC – Regional Mato Grosso; professor da UFMT – Cuiabá).
Professora Silvia Amélia Bim (Secretária Adjunta da SBC – Regional Paraná, professora da UTFPR – Curitiba), coordenadores do Programa.

Sobre a Sociedade Brasileira de Computação (SBC)

A Sociedade Brasileira de Computação, que irá realizou o congresso com o tema “Computação & Interdisciplinaridade”, entre os dias 4 e 7 de julho, no Centro de Eventos da PUCRS, é uma associação científica, sem fins lucrativos. A instituição reúne pesquisadores, professores, estudantes e profissionais que atuam em pesquisa científica, educação e desenvolvimento tecnológico na área de Computação. A SBC faz parte da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da International Federation for Information Processing (IFIP).

O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado anualmente pela SBC, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área de Computação nacional e internacional. Desde a sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos satélites, tem-se mostrado um importante palco para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, não só para o ambiente acadêmico e científico, mas, também, para projetos sociais e interdisciplinares.

 

Fonte: assessoria de imprensa cdn comunicação

Participe do Prêmio Curitibana Empreendedora

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Curitibana Empreendedora, essa é uma iniciativa da Agência Curitiba de Desenvolvimento para reconhecer o trabalho das mulheres e inspirar os negócios criados por elas. Para participar é necessário residir em Curitiba – PR, o prêmio é dividido em 3 categorias: Micro e pequena empresa, Microempreendedora individual e Ideia empreendedora.

As inscrições vão até o dia 15 de junho e podem ser feitas no site http://www.agenciacuritiba.com.br/

Pesquisa sobre Igualdade de gênero e ciência da computação

Olá!

O Maurício Correia e a Ana Cristina estão realizando uma pesquisa sobre Igualdade de gênero e ciência da computação e quanto mais mulheres responderem maior será a exatidão dos resultados.

 

 

 

Sobre a pesquisa:

Este formulário tem o objetivo de buscar informações qualitativas e quantitativas de mulheres a respeito da igualdade de gênero nas áreas mencionadas, em especial nas redes sociais e nas artes eletrônicas, inclusive videogames, a fim de enriquecer uma apresentação acadêmica  denominada “Tecnodependência, redes sociais, arte e sexismo”, constante da programação do VI SIMPÓSIO MUNDIAL DE ESTUDOS DA LÍNGUA PORTUGUESA  (SIMPÓSIO 79: Subjetividades e marcas urbanas em PB: valorizando a diversidade e empoderando identidades não hegemônicas). Agradecemos desde já a colaboração e asseguramos que todas as informações aqui prestadas são sigilosas e serão utilizadas exclusivamente para fins acadêmicos.

Acesse o formulário clicando AQUI.