Tecnologia

Campus Party Pato Branco: eu vou e você?!

Olá!

Nesta semana, nos dias 14 e 15 de Outubro  vai acontecer a primeira edição da Campus Party em Pato Branco.

No sábado dia 14 às 15:30h vou estar no Palco Ciência e Inovação com a palestra “Você está construindo muros ou pontes?” para falar sobre desenvolvimento de software e como o espírito colaborativo do Software Livre pode nos fazer refletir sobre a forma como nós trabalhamos.


Para quem se interessa sobre o assunto pode cadastrar na atividade clicando no link AQUI.

E é claro, se você estiver por lá e quiser conversar sobre tecnologia, mulheres e computação é só avisar!

Participe da Open Innovation Business Contest

Olá!

A empresa Everis está organizando o Open Innovation Business Contest que é uma competição global de startups e vai contar com a participação de representantes de 14 países ao redor do mundo.

Realizado simultaneamente em 14 países, a Open Innovation Business Contest realizará pela segunda vez uma semifinal no Brasil, com foco em projetos de inovação empresarial em diversas áreas

Sobre o evento:

No Brasil, São Paulo será pela segunda vez a sede de uma das semifinais do concurso, que avaliará negócios que englobem Internet das Coisas (IoT), Big Data, Application Programming Interface (API), Inteligência Artificial (AI), Realidade Aumentada (AR) ou Realidade Virtual (VR), entre outras tecnologias. O negócio vencedor representará o País, concorrendo com outros selecionados nessa mesma etapa nas cidades de Tóquio, Madri, Barcelona, Londres, Lisboa, Milão, Melbourne, São Francisco, Toronto, Tel Aviv, Mumbai, Cingapura, Santiago e Guiyang.

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Aprenda a Hackear Dados Públicos com Python

Olá!

Se você gosta de analisar dados vai gostar dessa dica! No dia 7 de outubro vai acontecer uma oficina gratuita sobre raspagem de dados.

Ementa do curso:

1. Manhã: introdução à programação com Python. 2. Tarde: iremos responder as perguntas. Quanto o Brasil gastou na Copa do Mundo. Quantas escolas públicas existem, em funcionamento, sem água, luz e esgoto. Como é a evolução do PIB do Brasil, comparado ao do Chile e Uruguai. Quais são as postagens no Twitter em uma determinada região. Como extrair um texto de um PDF. Como é a evolução das menções da palavra “corrupção” no acervo da Folha. 3. Problemas interessantes, mais demorados: Análise das emendas propostas pelos deputados estaduais durante uma legislatura. Listar os funcionários da USP com ganho salarial acima do teto. Evolução da violência contra a mulher. Mapeamento dos refugiados venezuelanos no Amazonas e Roraima. Será que o Uber tem um serviço melhor nas regiões mais ricas de sua cidade.
Alguns exemplos que usam Dados Públicos: Os Discursos da Dilma, Brasil317, Instituto Constituição Aberta, Operação Serenata de Amor.

Local:

ThoughtWorks Belo Horizonte

Avenida dos Andradas, 3000 – Santa Efigênia, Belo Horizonte – MG, 30260-070

Belo Horizonte, Minas Gerais

Para fazer a sua inscrição clique AQUI

Como a comunidade Python trabalha em prol da diversidade?

Olá!

O Twitter é uma das redes sociais que mais uso, principalmente porque consigo saber de várias notícias em poucos minutos. E foi assim que vi um comentário do professor Fernando Masanori sobre como a comunidade Python é receptiva em relação a comunidade LGBTT.

Aproveitei o gancho para fazer uma entrevista sobre diversidade com ele, a Naomi Ceder que atua como chair da directoria da Python Software Foundation, ela  também é a co-fundadora do Trans*Code, um hackday para a comunidade trans, com eventos no Reino Unido, Suíça e EUA. (http://trans.tech, @trans_code) e a desenvolvedora de software Mirian Retka e já posso adiantar que ficou demais!

Blog: Como é o trabalho do projeto Python para promover a diversidade? é algo direcionado para o público LGBTTT ou abrange mulheres, negros e minorias em geral?
Naomi: O trabalho começou principalmente dirigido para as mulheres em geral. Então, à medida que o foco se ampliou, as pessoas LGBT e outras minorias tornaram-se mais visíveis e aceitas. Isso aconteceu primeiro nos EUA, mas agora também está acontecendo no Reino Unido, Europa, Brasil e outros paises.
Em 2014, na PyCon US, tivemos nosso primeiro encontro de Pythonistas LGBT e todos ficamos surpresos com o fato de que 15 de nós estivéssemos na conferência. Agora estamos muitos mais.
Fernando: Como a Naomi disse no seu Keynote na Python Brasil, as comunidades em cada país estão procurando promover não só a diversidade, mas também a inclusão de qualquer tipo de pessoas. Eu trabalho no grupo de trabalho que aprova pedidos de verba para projetos. A composição deste grupo dá uma ideia do esforço pela diversidade, onde você verá pessoas da África, Índia, América do Sul representadas. Em vários pedidos de verba para conferências, eu sou testemunha de que houve um questionamento para pedidos de eventos onde não houvessem poucas ou nenhuma mulher nas palestras. Além disso *nenhum* pedido é concedido a um evento, qualquer evento, que não tenha Código de Conduta. E não qualquer CoC, mas que possuam garantias mínimas, segundo um padrão adotado pela PyCon US.

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Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) incentiva participação de mulheres no mercado de TI

Contra tudo e contra todos, as mulheres desempenharam um papel fundamental na história da tecnologia. Ada Lovelace desenvolveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina. Grace Hopper foi a criadora daquele que é considerado o primeiro software de computador. A irmã Mary Kenneth Keller (sim, uma freira!) foi a primeira norte-americana a conseguir um PhD em Ciência da Computação e participou da criação da linguagem BASIC.

Entretanto, o sexo feminino ainda é minoria no mercado da Tecnologia da Informação (TI): a área da tecnologia é dominada por homens, e isso vem desde as salas de aula. Segundo dados do último Censo da Educação Superior (2013) obtidos pela PrograMaria — Portal que reúne mulheres para debater a equidade de gênero na TI —, a cada 100 estudantes matriculados em cursos de computação no Brasil, apenas 15 são do sexo feminino.

A boa notícia é que já existem movimentos no mercado para fomentar uma maior inclusão das mulheres neste segmento, incentivando-as desde a sua formação. Exemplo disso, é o Programa “Meninas Digitais”, que integra a programação do 37º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação — maior evento da área da computação no Brasil — que aconteceu  nos dias 2 e 7 de julho, na Capital Paulista.

As previsões de crescimento do setor são promissoras, e a atividade é lucrativa. O salário na área varia entre R$ 2,2 mil e R$10 mil. Porém, as mulheres ainda enfrentam a desigualdade de salários entre os sexos. De acordo com o Code.org — organização, sem fins lucrativos cujo objetivo é divulgar e ensinar programação a pessoas de todas as idades —, os empregos na área de computação irão mais do que dobrar até 2020, para 1,4 milhão de vagas. Porém, não há mão de obra qualificada suficiente para cumprir essa demanda e a estimativa é que apenas 400 mil vagas sejam preenchidas. E um dos principais motivos é o baixo número de mulheres na área.

A proposta do Programa, que está vinculado a SBC desde 2015, é formar parcerias para desenvolver ações e projetos que reforcem a autoestima e incentivem as participantes na busca contínua pelo seu crescimento. Dentro da programação do CSBC — que envolverá palestras, bate-papo e oficinas —, o objetivo é colaborar no processo de empoderamento das meninas na área de TI e também investir na formação das futuras gerações de mulheres deste segmento, facilitando sua empregabilidade e sociabilização. A ideia é colaborar para a autonomia das meninas nesta área, a equidade de gênero e o reconhecimento do potencial feminino da área de TI. As ações do Programa são diversificadas: oferta de minicursos e oficinas; realização de dinâmicas; palestras com estudantes e profissionais que já atuam na área compartilhando suas experiências etc. O Programa iniciou-se em 2011 sob a coordenação da Secretaria Regional da SBC – Mato Grosso e, em 2015, foi institucionalizado pela SBC como programa de interesse nacional da comunidade, é gratuito e voltado para mulheres do ensino médio e fundamental.

Durante o congresso, o Programa contemplou  estudantes de escolas públicas e privadas, com idade de 10 a 12 anos. Para conferir a programação completa do Congresso, saber mais sobre o Programa “Meninas Digitais”  —, é só acessar o link: http://www.csbc2016.com.br

Para falar mais sobre o Programa “Meninas Digitas” da SBC estarão disponíveis as seguintes fontes:
Coordenador-geral do Congresso da SBC, Avelino Zorzo.
Professor Cristiano Maciel (Secretário Regional da SBC – Regional Mato Grosso; professor da UFMT – Cuiabá).
Professora Silvia Amélia Bim (Secretária Adjunta da SBC – Regional Paraná, professora da UTFPR – Curitiba), coordenadores do Programa.

Sobre a Sociedade Brasileira de Computação (SBC)

A Sociedade Brasileira de Computação, que irá realizou o congresso com o tema “Computação & Interdisciplinaridade”, entre os dias 4 e 7 de julho, no Centro de Eventos da PUCRS, é uma associação científica, sem fins lucrativos. A instituição reúne pesquisadores, professores, estudantes e profissionais que atuam em pesquisa científica, educação e desenvolvimento tecnológico na área de Computação. A SBC faz parte da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da International Federation for Information Processing (IFIP).

O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado anualmente pela SBC, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área de Computação nacional e internacional. Desde a sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos satélites, tem-se mostrado um importante palco para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, não só para o ambiente acadêmico e científico, mas, também, para projetos sociais e interdisciplinares.

 

Fonte: assessoria de imprensa cdn comunicação

Maria Glukova conta sua experiência no GNOME Outreachy

Olá!

Há algum tempo li uma entrevista muito legal com a Maria Glukova que conta como foi a sua experiência no programa Outreachy. Como a entrevista estava em inglês, achei que seria legal traduzir para que mais pessoas possam ler! Ela conta como foi a a sua candidatura e o projeto que desenvolveu para o Debian.

Shirish – Maria, fale sobre você
Maria – Não me considero um bom exemplo para futuros estagiários do Outreachy. Eu sinto que poderia ter feito muito mais. Mas de qualquer forma, eu estarei feliz em ajudar em algo que promova o Debian, Eu amo o Debian e a sua comunidade e eu gostaria de fazer parte dela.

ShirishComo e quando você ficou sabendo sobre o Outreachy?
Maria – Eu vi sobre o Outreachy no Twitter – um de meus amigos retweetou o tweet da Sarah Sharp sobre ele.

Shirish – Você já tinha participado do Outreachy ou outro programa de estágio antes dele?
Maria – Não. Agora, pensando nisso, eu realmente acho que deveria ter iniciado antes. Exatamente agora estou no meu último ano na universidade e sinto que estou ficando sem tempo. Mas antes deste ano eu ouvi falar somente sobre o GSoC e eu sempre pensei que isso era algo para estudantes muito, muito espertos. Não para mim.
Agora eu definitivamente aconselharia qualquer estudante e, na verdade, qualquer pessoa que dê seus primeiros passos na indústria da tecnologia para buscar estágio como este. Mesmo que você não entre na primeira tentativa, você ainda pode aprender muito com a tentativa.

Shirish – Por favor, compartilhe um pouco sobre o seu projeto com um pouco de detalhes.
Maria – Eu vi a página do reproducible build e parecia precisar de várias pequenas correções em muitos lugares.

Shirish – Existem algumas partes específicas que você está olhando/contribuindo, ou você está contribuindo com vários pacotes/aplicações diferentes ?
Maria – O meu trabalho era focado no Diffoscopo – ferramenta específica que é usada através do projeto Reproducible Builds. Eu não participei do trabalho “principal” de reprodutibilidade dos pacotes do Debian (ou seja, eu não enviei correções para pacotes específicos), mas eu espero que meu trabalho no Diffoscopo ajude a identificar mais facilmente os problemas com a reprodutibilidade, contribuindo assim indiretamente para corrigi-los.

Shirish – Pelo pouco que eu pude compreender, Outreachy acontece duas vezes por ano. Pelo passado histórico deles, na última rodada que você participou foram 13 outras organizações, você tentou se candidatar também para alguma daquelas outras ? Se sim, o que levou você a escolher o Debian ao invés das outras ?
Maria – Eu não tentei me candidatar para nenhuma outra organização. Na verdade, na época que eu iniciei a candidatura, o Debian era a única organização que eu realmente queria muito trabalhar. Eu não tenho certeza de que tentaria me candidatar o em outro lugar se o Debian não estivesse na lista. Sou uma usuária do Debian já há 3 anos e a possibilidade única de me tornar parte da sua comunidade, fazendo algo útil “de volta”, foi fascinante o suficiente para que eu superasse os meus medos e me candidatasse.

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