Concurso de fotografia sobre Lei Maria da Penha

Até o dia 10 de dezembro você pode fazer a inscrição para o concurso de fotografia sobre a Lei Maria da Pena.

O concurso é dividido em duas categorias: Fotógrafos jovens e Fotógrafos adultos.

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As premiações são:

  • Publicação das fotos em um livro distribuído dentro e fora do país, em português e em inglês.
  • Entrega de troféu no Congresso Nacional para os 3 primeiros de cada categoria, com passagem e hospedagens pagas.
  • Fotos distribuídas em 3000 escolas por todo o Brasil, dando visibilidade ao seu trabalho.
  • Fotos expostas no Salão Negro do Congresso Nacional em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

Leia o regulamento aqui.

Mulheres na Tecnologia: As Principais Notícias de 2015 (Parte 2)

A primeira parte deste artigo tratou da falta de mulheres no mercado de TI e as razões que justificam este fato. Nesta segunda parte serão apresentadas as notícias que apresentaram as diversas iniciativas propostas ao longo do ano para atrair mais mulheres para a tecnologia.

Como atrair mais mulheres para a TI?

A falta de mulheres na TI é um problema e muitas ações foram tomadas para tentar auxiliar na mudança desta realidade. Algumas destas ações ocorreram por meio de eventos, cursos, projetos, investimentos, etc. A seguir destacamos algumas destas ações organizadas por categorias.

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Ada Lovelace Day em Curitiba

No dia 26 de outubro de 2016 será comemorado o Ada Lovelace Day na Universidade Tecnológica Federal do Paraná-  UTFPR – Campus Curitiba das 16h-20h30.
A programação será divulgada em breve e a entrada é gratuita!

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Local: Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Av. Sete de Setembro, 3165 – Rebouças, Curitiba – PR

As inscrições podem ser feitas pelo site.

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Augusta Ada King, nascida em 1815 com o nome Augusta Ada Byron, conhecida como Condessa de Lovelace ajudou o colega, Charles Baggage, no desenvolvimento da primeira máquina de cálculo, além de ser responsável pelo algoritmo que poderia ser usado para calcular funções matemáticas. O trabalho de Ada Lovelace permitiria que a máquina calculasse os números de Bernouilli.

Entre 1842 e 1843, ela criou notas sobre a máquina analítica de Babbage, que foram republicadas mais de cem anos depois. A máquina foi reconhecida como primeiro modelo de computador e as anotações da condessa como o primeiro algoritmo especificamente criado para ser implementado em um computador. Ada Lovelace é considerada a primeira programadora da história.

Fonte: olhar digital

Mulheres na tecnologia – Questão de Família

A busca por maior representatividade feminina nas áreas de STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics) é também uma questão de família. Em setembro de 2015, quando preparava os slides para uma apresentação no primeiro evento organizado pelo grupo Women Techmakers de Curitiba comecei a refletir sobre as razões que me levaram a ser uma mulher na área de Computação.

Nas minhas reflexões comecei agradecendo ao meu avô materno que incentivou minha mãe a estudar. Minha mãe é uma excelente professora de inglês que sempre foi um exemplo de profissional apaixonada pelo seu trabalho e orgulhosa pela independência financeira que este trabalho sempre proporcionou. Minha avó materna, ao contrário, foi impedida de estudar pelo meu bisavó pois como ele dizia: “mulher não precisa saber ler e escrever, senão vai ficar por aí escrevendo carta para namorado”.

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Mulheres na Tecnologia: As Principais Notícias de 2015 (Parte 1)

A pequena presença de mulheres na tecnologia é conhecida por todos os estudantes e profissionais da área. Diante deste fato, iniciativas isoladas começaram a surgir em busca de mais mulheres na tecnologia. Estes grupos aumentaram em tamanho e quantidade e se fizeram ouvir. Enquanto em anos anteriores (2010 a 2014, por exemplo) pouco se falava sobre o assunto, 2015 foi o ano em que o tema ganhou espaço nos veículos online de notícias em vários momentos.

Os artigos publicados falavam desde a falta de mulheres na tecnologia até a importância sobre se ter mais mulheres na TI. Para tentar entender por que as mulheres, apesar de grandes consumidoras de tecnologia, não fazem desta sua opção de carreira profissional, os artigos buscaram explicações nas raízes culturais, educacionais e machistas que permeiam a nossa sociedade. Para mostrar por que a presença de mais mulheres na TI é importante, as argumentações focam a importância da diversidade nas equipes de trabalho para que se tenha ambiente de trabalho mais produtivo e criativo e produtos melhor adaptados aos diversos tipos de consumidores.

Assim, este artigo apresenta uma coletânea das principais notícias relacionadas ao tema “mulheres e tecnologia” publicadas ao longo de 2015. É uma espécie de retrospectiva. A primeira parte deste artigo é formada por algumas das notícias que falaram sobre a baixa presença de mulheres na tecnologia e as possíveis explicações para este fato.

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UTFPR: Inscrições abertas para Mestrado e Doutorado

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná está com inscrições abertas para os cursos de mestrado e doutorado, então corre lá no site para conferir!

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“Estão abertas os processos seletivos de 19 programas de pós-graduação na UTFPR. Ao todo, são mais de 450 vagas distribuídas em cursos em nível de mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado nos Câmpus Curitiba, Londrina, Pato Branco, Francisco Beltrão e Ponta grossa.” Fonte: site UTFPR

Para mais informações clique aqui.

 

TI por Elas: Marjori Klinczak

Olá pessoal!

Hoje temos a entrevista com a Marjori Klinczak, ela é de Curitiba, mas mora em  Campina Grande do Sul – PR.  Ela atua na área de Desenvolvimento web/ mobile, mineração de dados em redes sociais, é fundadora da empresa Mosaic Web onde trabalha com desenvolvimento web e mobile.

Além disso, é professora de matemática, física e informática desde o ensino médio até o superior e é assistente acadêmica responsável pelos cursos de TI da faculdade Fael. Agora vamos conhecer um pouco mais sobre a trajetória da Marjori!

Blog: Qual a sua formação profissional?
Graduada em Sistemas para Internet – FAE. Cursei Mestrado em computação aplicada – UTFPR, pós graduação em Desenvolvimento para mercados internacionais – UFPR e cursando os cursos de pós-graduação em Docência no Ensino Superior – FATEC (concluindo), Desenvolvimento web e mobile – Estácio de Sá (concluindo) e EAD e novas tecnologias – FAEL (concluindo).

Blog: Como foi a sua trajetória na área, o que levou a escolher a TI, já  passou por alguma dificuldade na área e quando começou a trabalhar na área?
Na época do ensino médio caiu uma apostila de html, php e apache na minha mão, uma conhecida estava fazendo o curso e gazeando as aulas, e pediu para que eu vendesse as tarefas para ela, nunca havia tido contato com nada do tipo, mas rapidamente conseguir dominar html, php e através do site apostilando.com fui atras de outros materiais para continuar estudando, inclusive outras linguagens.

Em 2012 decidi abrir minha própria empresa pois nunca aceitei trabalhar como CLT, e através disso comecei a trabalhar como PJ e não mais por contratos fechados.

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Homenagem a uma grande mulher guerreira e incentivadora

Antes de tudo, que fique claro: Somos mulheres, cursando Sistemas de Informação e gostamos disso.
Depoimento que talvez se identifique. Que talvez te inspire.
Como uma mulher pode fazer parte desse universo? Onde desde as salas de aulas, a porcentagem do gênero é reduzida? Os “pré” conceitos estabelecidos parecem não poder evoluir com a mesma paridade da área. A tecnologia evolui, mas por que não podemos crescer e sermos simplesmente, o que quisermos?
Eu sou a Munike, sou do time das – poucas – meninas de S.I. do meu campus. Preciso dizer que a área de TI nunca foi a minha primeira opção de curso, que nunca imaginei me deparar com uma realidade tão machista, hostil e desigual entre os gêneros, que me sentia estranha e desmotivada por fazer essa escolha e que no primeiro ano de faculdade pensei inúmeras vezes em desistir. Sim, eu também passei por isso. Tudo isso deve-se em função de tantos esteriótipos de que homens tem mais facilidade do que as mulheres em ciências exatas, e por isso acreditamos nunca conseguir fazer aquilo, exatamente por ser MULHER. Bobagem! Você consegue fazer o que quiser.
Meu nome é Thalia, e como a Munike eu também não imaginava que cursaria algo em TI, mas do nada, lá se vai seu Ensino Médio e você sabe que agora precisa decidir. Não é algo fácil, a pressão te cerca de todos os lados e nem tudo é como parece ser. Aluna de curso técnico em Informática integrado ao Ensino Médio, apaixonada pelo curso, mas com medo… Como escolher algo que em tese, seria para a vida toda? E se isso não fosse possível? Será que podemos ter sucesso? Como aliar um curso a algo que gosta, como ser professora? Um curso que em suma, possui apenas professores. Não professorAS.

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TI por Elas: Daniela Feitosa

Olá! A entrevistada de hoje é a Daniela Feitosa, ela é de Salvador, trabalha na TI desde 2004, ela é graduada em Ciência da Computação / UFBA e atualmente cursa mestrado em Ciência da Computação / UFBA e atua como Desenvolvedora de Software – Colivre e Pesquisadora bolsista em Engenharia de Software – LAPPIS/UNB.

Blog: Pode nos contar um pouco sobre a sua história na área?

A escolha por TI foi por eliminação das outras opções 😀
Na época da inscrição pro vestibular não sabia qual curso ia escolher, só sabia que seria algum curso da área de exatas. Era início dos anos 2000 e não dava pra contar com a internet para tentar entender como seria trabalhar em cada uma das áreas e ajudar na escolha, então li as descrições dos cursos e fui eliminando os que achava que tinham nada a ver comigo. No final, três opções ficaram empatadas como não-rejeitadas e não tinha mais nenhum critério objetivo para desempatar.

Eu gostava de usar o computador e acompanhei um pouco quando minha mãe fez um curso de processamento de dados em 1997-1998. Ainda não conseguia me imaginar trabalhando com TI, mas achava que pelo menos o curso ia ser interessante. E assim escolhi Ciência da Computação.

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TI por Elas: Mary Camila

Olá!

Depois de um tempo fora do ar estamos de volta entrevistando mulheres inspiradoras! Hoje vamos conhecer um pouco sobre a trajetória da Mary Camila! Ela nasceu em Xânxere – SC e atualmente mora atualmente em Curitiba – PR, trabalha há 3 anos na área de desenvolvimento de software e é Programadora na empresa Villa IT.

Blog: Conte um pouco sobre a sua história na área, o que levou a escolher a TI, se passou por alguma dificuldade na área e quando começou a trabalhar na área.

Quando eu tinha 13 anos minha mãe pediu para que eu fizesse um curso de informática, pois ela dizia que seria muito útil futuramente (e não é que foi mesmo =D) e neste curso tive uma introdução a programação e foi nesse momento que me apaixonei pela área. O simples fato de eu fazer uma página com um Hello World me fascinou! A partir deste momento decidi que iria continuar na área de TI. Com 17 anos comecei Sistemas de Informação na UTFPR, porém por problemas pessoais tive que deixar mas não parei por aí, logo entrei no Colégio Estadual do Paraná para cursar o técnico em Programação.

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