TI por Elas: Nathalia Patrício

Hoje vamos conhecer a Nathalia Patrício que é de São Paulo e atua nas áreas de Engenharia de Software e desenvolvimento, ela é Assessora Técnica do Comitê Gestor da Internet no Brasil,Professora do Curso Técnico em Informática para Internet do Centro Paula Souza e Professora do Curso “Programador de Sistemas” do SENAC São Paulo.

Além disso, ela é graduada em Engenharia da Computação pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e possui Mestrado em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Sub-área de estudo foi engenharia de software). Vamos conferir agora a trajetória dessa profissional que certamente vamos nos ensinar muito na entrevista de hoje!

Blog: Conte um pouco sobre a sua história na área, o que levou a escolher a TI, se passou por alguma dificuldade na área e quando começou a trabalhar na área.

Sempre gostei muito de estudar e tinha uma inclinação grande para matemática durante a escola. Já no ensino médio, passei a ter aulas de informática com um professor que me ensinou um pouco de HTML e Flash. Eu simplesmente amei e tive certeza que queria ir para essa área. Comecei a aprender mais HTML por conta própria. Decidi fazer engenharia da computação, pois achei que era um curso mais amplo e que depois iria poder trabalhar em diversas áreas, enquanto uma ciência da computação tem um foco maior em software. Comecei a trabalhar na área no segundo ano da faculdade, quando comecei a estagiar em um laboratório de pesquisa da própria faculdade. Comecei a trabalhar nessa época, pois queria já ver como seria a prática da profissão.

Trabalhando na área acadêmica eu não enfrentei muitas dificuldades em relação ao fato de ser mulher, até porque trabalhava em uma equipe multidisciplinar e haviam muitas mulheres na equipe dos projetos em que participei. Quando fui para o mercado de trabalho posteriormente, tive alguma dificuldade pelo descrédito que alguns colegas homens dão para o seu trabalho por você ser mulher, ou ter que aguentar piada de mulher todos os dias. Às vezes, você escuta cada uma que nem acredita. Ou pior, quando não escuta porque a situação fica velada e só comentam nas suas costas. Você percebe que estão falando de você, mas quando você aparece fingem que não estão. Mas essas dificuldades não me fizeram nunca pensar em desistir da área. Na verdade, até me fazem querer ser mais ativa e mostrar que dá sim para ser mulher e trabalhar na área.

Blog: Existe alguma mulher na área da TI que serve ou serviu de inspiração para você?

Sempre gosto de conhecer história de mulheres importantes para a história da computação e da tecnologia no geral. Acho que isso me ajuda a sentir que posso fazer algo para mudar o mundo. A primeira mulher que conheci um pouco a história foi a Ada Byron e isso me marcou muito, pois estava na faculdade na época e sentia falta de ver mulheres na área. Saber que o primeiro programador da história foi uma mulher na verdade foi algo que me inspirou a persistir na computação.

Blog: Qual a sua indicação de um livro para iniciantes em TI?

Existem diversos livros técnicos bons. Mas quero aqui indicar livros de biografia. Acho importante conhecer um pouco da história da tecnologia, algo que tenho certeza que você não aprenderá na faculdade: Iwoz – a Verdadeira História da Apple Segundo Seu Cofundador e 100 Mulheres que Mudaram a História do Mundo.

Blog: Qual a sua indicação de um site de TI?

Acho muito importante para todas que se apropriem da programação e sua lógica, mesmo que não atue como programadora posteriormente. Para isso, indico os sites CodeAcademy e Code.org. Se quiser avançar um pouco mais tem o KhanAcademy e o CodeSchool.

Blog: Qual evento na área de TI que você indica?

Para aqueles que curtem a área de Web, indico a Conferência Web.br do W3C Brasil (http://conferenciaweb.w3c.br/). Puxando a sardinha para onde trabalho, vejam a lista de eventos relacionados à Internet que organizamos: http://cgi.br/eventos/agenda/organiza/. São vários eventos interessantes.

Blog: Na sua percepção (cotidiano de trabalho e vida pessoal) o número de mulheres na TI aumentou nos últimos anos ou diminuiu?

Acredito nos últimos 5 anos tenha tido um pequeno aumento, ou pode ser que agora eu tenho procurado enxergar mais essa questão de gênero e tenho conhecido mais mulheres da área. Mas se analisarmos estatísticas de um período maior de tempo, algo como 30 anos, veremos que houve de fato uma redução.

O que tenho visto que tem me deixado esperançosa é uma união maior entre as mulheres da área de TI e outras áreas correlatas, o que é muito bom. Quando fazia faculdade não existia muito espaço para se discutir essa problemática de ter poucas mulheres nas áreas de exatas no geral. Mas agora vejo esse espaço se criando e se consolidando aos poucos, em especial nas universidades. O mercado de trabalho ainda está começando a se preocupar com isso e algumas poucas empresas estão se engajando nesse diálogo.
Na minha opinião, o que contribui para o cenário atual é uma questão cultural. Meninas são desencorajadas o tempo todo para a área de exatas. Essa semana mesmo, estava em um laboratório de eletrônica da instituição onde trabalho e tive que escutar que ali não era lugar de mulher. Coisas dessas repetidas milhares de vezes para você, principalmente quando você é criança, acabam por se tornar verdade na sua cabeça, né?

Blog: Você participa de algum grupo que promove a participação das mulheres na TI? Se não participa, tem algum que você considera que faz um trabalho bacana?

Participo como mentora do Poligen – Grupo de Estudos de Gênero da Poli. Na verdade, esse grupo não promove a participação apenas de mulheres na TI, mas sim nas ciências exatas como um todo, em especial na Engenharia, que é a minha área de formação. Mas, no geral, os problemas enfrentados e os debates são muito similares. Nesse grupo, eu sou mentora de uma estudante do primeiro ano de engenharia, tendo como objetivo acompanhá-la e acolhê-la nesse ambiente que pode ser muito assustador e machista.

Acompanho também outros grupos e debates, principalmente através da Internet, como o MariaLab Hackerspace, o Mulheres na Tecnologia (MNT) e o Mulheres na Computação. Participo quando possível de eventos com a temática, como a Virada Feminista que ocorreu recentemente em São Paulo, Ada Lovelace Day na USP Leste e o Dia da Mulher na Poli, onde fui falar sobre mulheres na computação. Já fui tutora do RodAda Hacker, que é um oficina de programação para meninas e mulheres, bem como mentora de grupos do Technovation Challenge, que é uma competição de empreendedorismo para meninas, na qual as competidoras devem desenvolver um app para celular e seu plano de negócios.

Blog: Qual a sua mensagem de incentivo para as mulheres que trabalham na TI?

Lugar de mulher é onde ela quiser, não deixe te convencerem do contrário. A TI é lugar de mulher sim, assim como a eletrônica e a engenharia. Mesmo perante as dificuldades não desista, pois iremos ajudar a transformar o mundo. Toda mudança é demorada, mas vai acontecer.

Blog: Seu contato em site ou redes sociais que podem ser divulgados na publicação para quem quiser falar com você.

Twitter: @nathysautchuk
Site: http://nathalia.patricio.eng.br/

Você conhece o JS4Girls?!

Esta semana vi a divulgação do JS4Girls em Curitiba e procurei mais informações sobre o projeto. O legal é que tem em várias cidades do Brasil e quem sabe pode ter uma perto de você. Em Curitiba infelizmente as vagas para o curso do dia 12/09 acabaram, mas você pode tentar a sorte e ficar na lista de espera para ver se alguém desiste.

O que é o JS4Girls?

“A ideia eh que apenas a primeira aula seja dada presencialmente, 6 horas, com o evento tendo 8 horas ao total, sendo 1 de almoço e 2 intervalos de coffe break de 30 min. A aula será dada por cada garota que organizar o evento em sua cidade.
O conteúdo já foi criado, mas qm quiser contribuir é só entrar em contato pela página no facebook.
O evento será feito mensal ou bimensal dependendo da procura por cidade.” Fonte

Para saber sobre eventos em Porto Alegre, Natal, Santos, São Paulo e outras cidades clique aqui

Participe do Encontro GruPyPR e PyLadies

A galera de Curitiba – PR tem que conferir amanhã o Encontro GruPyPR e PyLadies que vão acontecer na Aldeia Coworking!

Horário: 18:00 às 22:00hs

Data: 09/09/2015.

Local: Rua Marechal Deodoro, 262 – 1º andar – Galeria Suissa

Quais serão as atividades?

Vamos continuar a organizar o grupo e seus projetos.

Vamos ter um painel de assuntos onde os presentes listaram tópicos de seus interesse e vamos discutindo eles ao longo da noite.

• Falar sobre participação no Software Freedom Day(http://softwarelivre.org/sfd2015-curitiba)

• Revisar e criar as tarefas criadas pelo grupo para app do cwbmess(https://github.com/GruPyPR/cwbmess).

• Continuar a desenvolver o findresistor(https://github.com/GruPyPR/findresistor)

• Migração da tradução do Django do repositório do django-brasil para o transifex.

Para saber mais e/ou confirmar a sua presença acesse aqui

Fonte: http://www.meetup.com/pt/GruPy-PR/events/225094006/

Delete o seu preconceito e promova transformações

Há algum tempo, vi vários posts sobre um projeto de meninas que tiravam fotos com mensagens preconceituosas que ouviram em algum momento na graduação ou no mercado de trabalho. Quando vi essas fotos lembrei de vários relatos de amigas e também de situações constrangedoras que presenciei.

Fiquei curiosa e acessei o perfil do Delete Seu Preconceito em uma rede social para saber mais sobre o assunto e descobri que é um projeto coordenado pela professora Karen Figueiredo da Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT. A ideia do projeto é muito legal porque são situações que muitas mulheres já passaram e existe uma forte identificação com as frases e como em tempos de internet que faz tudo sem disseminado muito rápido, o resultado foi um viral ue resultou em várias matérias em portais de notícias.

Achei a ideia super legal e também notei que realmente estamos evoluindo a passos de tartaruga para diminuir o preconceito na área de tecnologia. Digo isso porque acompanhei as notícias que saíram sobre o projeto em outros sites e também pelas redes sociais e li vários comentários lamentáveis que só externam que a nossa luta deve continuar.

Acredito que cada comentário preconceituoso deve servir como combustível para que a gente siga com esse trabalho de estimular a participação de mulheres na tecnologia, reduzir o preconceito e buscar a equidade de gênero.

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Após a repercussão do projeto as meninas lançaram um novo recrutamento que consistia em lançar uma nova frase para que as mulheres respondessem com um texto em um dispositivo digital. Penso que esse foi somente o início e ainda teremos muitos resultados positivos a partir dessa ideia que a princípio parece muito simples e por essa simplicidade conquista o engajamento de muitas pessoas. Por ser ex-aluna da UFMT fiquei especialmente muito orgulhosa em ver esse tipo de iniciativa surgir lá e só posso desejar que a cada dia esse projeto seja amplamente divulgado.

Se você quer ajudar é só divulgar o site do projeto e também pode enviar a sua contribuição para o próximo recrutamento!

Link para o Facebook aqui

Confira mais sobre o projeto no site clicando aqui.

Como a ThoughtWorks Brasil Ajudou na Luta Contra o Ebola

Hoje temos novidade no blog!

Estamos com uma parceira com a ThoughtWorks e agora vocês vão poder conferir aqui alguns textos produzidos pelas colaboradoras da empresa!

É sempre interessante quando alguém é incentivado a produzir conteúdo e compartilhar os seus conhecimentos, a gente sempre tem algo a ensinar e muitas vezes nem imagina o potencial que isso pode ter para ajudar outras pessoas. A partir de agora vou ajudar nessa divulgação de conteúdos e certamente nós vamos aprender bastante!

Para hoje temos um texto bem bacana que também é sobre como a TI pode ajudar as pessoas em problemas urgentes como foi o surto de Ebola do ano passado. Para alguns especialistas foi o pior surto já registrado com 24.872 casos, sendo que destes, foram registrados mais de 10.000 casos que resultaram em óbito. Esse texto é de autoria da Luiza Nunes que é consultora analista de qualidade e do Mário Areias que é consultor de desenvolvimento, ambos da ThoughtWorks.

“(…) decidimos montar nosso time da ThoughtWorks Brasil e bolar algo que pudesse causar ainda mais impacto e salvar vidas nos países afetados. Decidimos organizar um hackathon para ter algo funcional em pouco tempo, dada a urgência da situação. O hackathon aconteceu nos dias 4 e 6 de novembro de 2014, com a duração de em torno de 4 horas além do turno de trabalho em cada um dos dias. Em outras palavras, o desafio foi desenvolver um aplicativo em cerca de 8 horas!

Confira o texto completo acessando Como a ThoughtWorks Brasil ajudou na luta contra o Ebola.

Autores: Luiza Nunes – QA, e Mario Areias – Consultor em Desenvolvimento.

Artigo originalmente publicado aqui.

Saiba mais sobre oportunidades de carreira na ThoughtWorks aqui.

TI por Elas: Andréa de Oliveira

Hoje vamos conhecer a trajetória da Andréa de Oliveira, ela separou ótimas dicas para iniciantes em TI na área de design e front end! Confira que está muito legal.

Nasci em Recife – Pernambuco e desde sempre moro aqui. Não tenho filhos. Sou formada em Design Gráfico pela Unibratec – trabalho no departamento de TI da Faculdade Pernambucana de Saúde. Minha equipe trabalha com EAD(Ensino a distância). Na área de TI, estou há um pouco mais de 1 ano e 6 meses. Comecei uma especialização em Design Web, mas não conclui.

Comecei a mexer na parte gráfica (design) em 2004, não era nada demais, apenas manipulações de imagens no programa da adobe (Photoshop). Com o passar do tempo, minha irmã conversou comigo e perguntou o porquê de não fazer uma graduação na área de sistemas, logo, resolvi estudar Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) na Unibratec. Na época eu trabalhava em uma concessionária como vendedora de carros durante o dia, e a noite eu ia para a faculdade. Não aguentei o peso de trabalhar e estudar em áreas diferentes e, como na época eu precisa trabalhar, tive que trancar a faculdade. Só cursei apenas 1 ano. Ao final do ano seguinte, resolvi retornar a faculdade só que dessa vez na área de design. Li bastante sobre e curso, me identifiquei e sai do trabalho de vendedora. Passei cerca de 7 meses só na faculdade até que apareceu a oportunidade de estagiar na área, foi muito bom o tempo de estágio, era em uma gráfica, atendendo e fazendo artes gráficas. Aprendi muito e tive o privilégio de ter ótimas pessoas ao meu lado, na qual, aprendi técnicas maravilhosas.

Ainda na faculdade, eu tinha alguns colegas que trabalhavam em agências de web, até então eu não tinha interesse, até começar a prestar atenção nas obras de arte que eles faziam, dai, comecei a me emocionar, inspirar e estudar para entrar na área de web. Fiz cursos, comprei livros, na faculdade eu tive cadeiras de web, e por fim consegui um estágio em uma agência digital, na qual desenvolvia websites. Sai do estágio da gráfica e fui para o estágio da agência.

Eu não sabia de nada em prática, só em teoria por conta dos livros e cursos. Aprendi muito com os meninos dessa agência, cheguei a ser contratada pela agência e comecei a andar com as minhas próprias pernas. Terminei a faculdade ainda nessa agência, foi quando resolvi fazer a pós-graduação na área também e como todas as pessoas da área eu sempre quis mais. Sempre gostei de aprender tudo que há de novo no mercado, novas ferramentas, novas tendências, novos livros …. enfim …

Até que surgiu uma oportunidade de trabalhar na área de educação, na época era um desafio novo para mim, pois eu estava já no automático, e por mais que com o passar do tempo eu fosse adaptando meu trabalho para as novas tendências, eu sentia que eu queria mais, precisava de mais … então aceitei a oportunidade de trabalhar no setor de TI, na área de EAD, onde eu me encontro atualmente. Essa área é sensacional, eu consigo desenvolver minha ansiedade de querer aprender coisas novas em diversos formatos, tanto em design(UX & UI) e frontend e até um pouco do backend, sql entre outros entendimentos da área de TI. Nunca existiu nenhuma inspiração humana que servisse ou serviu de aprendizagem para mim, apenas vontade e as ‘obras de artes’ que os profissionais dessa área são capazes de fazer.

Para iniciantes da área de TI, eu não tenho um livro especifico para indicar, ou seja, eu indicaria todo o conteúdo que o iniciante seja capaz de absorver. De fato, é claro que eu tenho os meus na área de design e frontend, tais como: ‘Não me faça pensar’ – de Steven Krug, Maujor – com CSS3, ‘Aprendendo JavaScript’ – editora Novatec, ‘Design Responsivo’ – da casa do código, Usabilidade para dispositivos moveis – Jakob Nielsen, Historia do Design – entre outros livros. Eu costumo aprender coisas em blogs e sites como do TED, A LIST APART, GOOGLE , TABLELESS, W3C … em grupos do Linkedin e Facebook.

Sempre que posso compareço nos eventos da minha região, tais como: Workhops, Meetup Weekend – Edu Agni … nesse momento não me vem na cabeça os cursos e palestras da minha região… :/
No último ano, acho que nós (mulheres) crescemos um pouco na área de gestão em TI, e acredito que a procura por homens na área operacional ainda continua de forma crescente. Não sei de fato responder o porquê dessa hipótese, mas pelo que observo e leio, percebo que nós ainda somos vistas com certo cuidado e delicadeza, não que a gente não seja, mas nós mulheres temos uma ótima visão na área operacional. Não participo de grupos sobre debates das mulheres na área de TI, de repente seja por consequência da minha falta de conhecimento sobre pesquisa em debates desse tipo.

E para as mulheres que estão começando eu deixo a seguinte mensagem: Podem persistir, insistir e absorver todo o conhecimento que você seja capaz de fazer.

Aprendendo sobre Automação de Testes com Software Livre

Olá!

Semana passada recebi um e-email com a divulgação do trabalho dos pesquisadores do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAP-SoL) e do Centro de Competência em Software Livre (CCSL), sediados no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos sobre automação de testes. Esse grupo reuniu referências sobre o assunto, com material didático e também indicação de ferramentas em software livre.

“Espera-se que a comunidade de teste no Brasil se envolva para a evolução do material, com a inserção de novos módulos e conteúdos, a exemplo de produtos de software com licenças públicas, contribuindo para a disponibilização de material de ensino e treinamento livre e o uso por profissionais da indústria”, menciona Maldonado.

O projeto Automatização de Teste de Software é coordenado pelos pesquisadores José Carlos Maldonado e Márcio Eduardo Delamaro, do departamento de Sistemas de Computação (SSC) do ICMC e por Auri Vincenzi, do Departamento de Computação (DC) da UFSCar. Fonte

Conferi o site e é super completo, vale a pena fazer a leitura desse material, já que o assunto automação de testes vem sendo muito difundido tanto na área acadêmica quanto na indústria.

A licença pela qual o material foi disponibilizado é a CC BY-NC-ND que permite a você:

Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de maneira alguma que sugira ao licenciante a apoiar você ou o seu uso.

NãoComercial — Você não pode usar o material para fins comerciais.

CompartilhaIgual —
Se você remixar, transformar, ou criar a partir do material, tem de distribuir as suas contribuições sob a mesma licença que o original.

Muito legal e importante ver esse tipo de parceria acontecer, espero que as pessoas continuem contribuindo para aprimorar o trabalho que foi realizado.

Link para o site aqui.

Participe do Byte Girl!

Nos últimos meses vi uma movimentação muito bacana de eventos organizados por grupos que incentivam a participação de mulheres na tecnologia, em especial no Norte e Nordeste do nosso país.

Hoje vou divulgar mais um evento do Nordeste que está em sua primeira edição e tem tudo para dar certo!

No dia 03 de outubro vai acontecer a primeira edição do Byte Girl em Fortaleza!

Sobre o evento:

O Byte Girl é um evento que está em sua primeira edição e tem como público alvo a comunidade de tecnologia da cidade de Fortaleza. Será realizado no dia 03 de outubro (sábado), na UNIFOR – Universidade de Fortaleza.

A ideia principal é apresentar, através de palestras, realizações de mulheres na área de TI – Tecnologia da Informação. Isso surgiu após verificarmos dados alarmantes na relação mulheres/mercado de TI. Então, entendemos que, através do exemplo, podemos incentivar mais meninas a entrarem e permanecerem nessa área tão dominada por homens. O encerramento terá música ao vivo! Evento aberto ao público!

Programação:
Palestras
Workshops
Exposições
Competição de Just Dance – Xbox (com premiação).
Todos os participantes ganharão brindes exclusivos e ainda poderão participar de sorteios ao final do evento.Fonte

E quem acompanhar pelas redes socias poderá concorrer a vários brindes! 🙂

O ingresso custa R$ 20,00 e tem meia entrada

E onde vai ser o evento?

Universidade de Fortaleza – Unifor
Endereço: Avenida Washington Soares,1321 Fortaleza Ceará – Brazil

Para mais informações do evento acesse o site aqui

Espaço Mulheres Executivas Paraná

Olá!

Na semana passada estava pesquisando sobre empreendedorismo feminino e tive uma surpresa muito boa! Conheci o Espaço Mulheres Executivas Paraná que trabalha com questões envolvendo o empoderamento feminino e realiza reuniões mensais para a articular ações nessa área.

O que é o Espaço Mulheres Executivas Paraná?

O Espaço Mulheres Executivas do Paraná se reune mensalmente, desde 2007, e tem como missão ‘Articular Mulheres Executivas e Empreendedoras Visando o Desenvolvimento Profissional e o Fortalecimento das Relações Organizacionais’.

Visão:

Ser a referência nacional na articulação do empoderamento da mulher executiva como diferencial para as empresas e a sociedade.

Objetivos:

•Fortalecer o network e as relações empresariais entre as mulheres executivas;
•Estimular o intercâmbio produtivo de práticas, projetos, cases, idéias entre mulheres executivas;
•Incentivar as empresas para que facilitem a entrada, permanência e crescimento das mulheres no mercado de trabalho;
•Mobilizar as Mulheres Executivas do Paraná para participar do MEX.

Fonte: Site MEX

TI por Elas: Camila Fernandes

Olá!

Hoje vamos conhecer a trajetória da Camila Fernandes, ela é de São Paulo, graduada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e atua como Analista desenvolvedora PHP na 4Linux. Confira a entrevista!

Blog: Conte um pouco sobre a sua história na área, o que levou a escolher a TI, se passou por alguma dificuldade na área e quando começou a trabalhar na área.

Eu comecei com suporte, e depois fui para uma agência web, na época eu só tinha lógica de programação e estudei o PHP, que hoje é a linguagem que eu trabalho, um dia antes da entrevista, e consegui passar, e desde então estudo o PHP sozinha.

Blog: Existe alguma mulher na área da TI que serve ou serviu de inspiração para você?

Não tive nenhuma, na verdade temos poucos exemplos femininos na área.

Blog: Qual livro você indica para iniciantes em TI?

Só conheço alguns de PHP que já li – Programming PHP, PHP 5 Power Programming

Blog: Você tem uma indicação de site de TI?
Blog: Qual evento que você indica na área de TI?
FISL, PHP Conference (pra quem programa em PHP).
Blog: Na sua percepção o número de mulheres na TI aumentou nos últimos anos ou diminuiu?
Eu não percebi aumento e nem redução, as poucas mulheres que conheço continuam na área e não conheci nenhuma nova mulher na área.
Blog: Você participa de algum grupo que promove a participação das mulheres na TI?
Não participo de nenhum, mas sigo bastante o mulheresnacomputacao.com.br
Blog: Qual a sua mensagem de incentivo para as mulheres que trabalham na TI?
Que lugar de mulher é aonde ela quiser, e que continuem com muita garra, que é uma área muito gratificante apesar dos desafios.
Blog: Pode passar o seu contato em site ou redes sociais que podem ser divulgados na publicação para quem quiser falar com você?