Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) incentiva participação de mulheres no mercado de TI

Contra tudo e contra todos, as mulheres desempenharam um papel fundamental na história da tecnologia. Ada Lovelace desenvolveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina. Grace Hopper foi a criadora daquele que é considerado o primeiro software de computador. A irmã Mary Kenneth Keller (sim, uma freira!) foi a primeira norte-americana a conseguir um PhD em Ciência da Computação e participou da criação da linguagem BASIC.

Entretanto, o sexo feminino ainda é minoria no mercado da Tecnologia da Informação (TI): a área da tecnologia é dominada por homens, e isso vem desde as salas de aula. Segundo dados do último Censo da Educação Superior (2013) obtidos pela PrograMaria — Portal que reúne mulheres para debater a equidade de gênero na TI —, a cada 100 estudantes matriculados em cursos de computação no Brasil, apenas 15 são do sexo feminino.

A boa notícia é que já existem movimentos no mercado para fomentar uma maior inclusão das mulheres neste segmento, incentivando-as desde a sua formação. Exemplo disso, é o Programa “Meninas Digitais”, que integra a programação do 37º Congresso da Sociedade Brasileira de Computação — maior evento da área da computação no Brasil — que aconteceu  nos dias 2 e 7 de julho, na Capital Paulista.

As previsões de crescimento do setor são promissoras, e a atividade é lucrativa. O salário na área varia entre R$ 2,2 mil e R$10 mil. Porém, as mulheres ainda enfrentam a desigualdade de salários entre os sexos. De acordo com o Code.org — organização, sem fins lucrativos cujo objetivo é divulgar e ensinar programação a pessoas de todas as idades —, os empregos na área de computação irão mais do que dobrar até 2020, para 1,4 milhão de vagas. Porém, não há mão de obra qualificada suficiente para cumprir essa demanda e a estimativa é que apenas 400 mil vagas sejam preenchidas. E um dos principais motivos é o baixo número de mulheres na área.

A proposta do Programa, que está vinculado a SBC desde 2015, é formar parcerias para desenvolver ações e projetos que reforcem a autoestima e incentivem as participantes na busca contínua pelo seu crescimento. Dentro da programação do CSBC — que envolverá palestras, bate-papo e oficinas —, o objetivo é colaborar no processo de empoderamento das meninas na área de TI e também investir na formação das futuras gerações de mulheres deste segmento, facilitando sua empregabilidade e sociabilização. A ideia é colaborar para a autonomia das meninas nesta área, a equidade de gênero e o reconhecimento do potencial feminino da área de TI. As ações do Programa são diversificadas: oferta de minicursos e oficinas; realização de dinâmicas; palestras com estudantes e profissionais que já atuam na área compartilhando suas experiências etc. O Programa iniciou-se em 2011 sob a coordenação da Secretaria Regional da SBC – Mato Grosso e, em 2015, foi institucionalizado pela SBC como programa de interesse nacional da comunidade, é gratuito e voltado para mulheres do ensino médio e fundamental.

Durante o congresso, o Programa contemplou  estudantes de escolas públicas e privadas, com idade de 10 a 12 anos. Para conferir a programação completa do Congresso, saber mais sobre o Programa “Meninas Digitais”  —, é só acessar o link: http://www.csbc2016.com.br

Para falar mais sobre o Programa “Meninas Digitas” da SBC estarão disponíveis as seguintes fontes:
Coordenador-geral do Congresso da SBC, Avelino Zorzo.
Professor Cristiano Maciel (Secretário Regional da SBC – Regional Mato Grosso; professor da UFMT – Cuiabá).
Professora Silvia Amélia Bim (Secretária Adjunta da SBC – Regional Paraná, professora da UTFPR – Curitiba), coordenadores do Programa.

Sobre a Sociedade Brasileira de Computação (SBC)

A Sociedade Brasileira de Computação, que irá realizou o congresso com o tema “Computação & Interdisciplinaridade”, entre os dias 4 e 7 de julho, no Centro de Eventos da PUCRS, é uma associação científica, sem fins lucrativos. A instituição reúne pesquisadores, professores, estudantes e profissionais que atuam em pesquisa científica, educação e desenvolvimento tecnológico na área de Computação. A SBC faz parte da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da International Federation for Information Processing (IFIP).

O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado anualmente pela SBC, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área de Computação nacional e internacional. Desde a sua primeira edição, o CSBC, através de seus diversos eventos satélites, tem-se mostrado um importante palco para a exposição de trabalhos científicos, palestras, cursos e debates, não só para o ambiente acadêmico e científico, mas, também, para projetos sociais e interdisciplinares.

 

Fonte: assessoria de imprensa cdn comunicação

Escola de tecnologia oferece palestras gratuitas sobre B.I., Big Data e impressão 3D

Olá!

A galera que mora em SP e região, fiquem ligados nessas palestras!

Apresentações acontecerão na sede da Trainning Education em São Paulo, nos dias 31 de julho e 4 de agosto, e serão transmitidas ao vivo para outras localidades

A Trainning Education, uma das maiores escolas de treinamentos em tecnologia do país, oferece duas palestras gratuitas em julho e em agosto. A primeira acontece no dia 31 de julho e será sobre B.I. e Big Data, duas importantes tecnologias para o suporte na gestão de negócios. Já no dia 4 de agosto, a palestra será sobre impressão 3D.

As apresentações acontecerão na sede da escola, na Av. Paulista, 2006, em São Paulo, e começarão às 19h nos dois dias. Com cerca de três horas de duração e um coffee break no intervalo, professores renomados, que também podem ser encontrados nos cursos da Trainning, falarão sobre os conceitos, ferramentas e recursos mais utilizados, funcionamento, entre outras dicas, em um cronograma que atende desde os que não conhecem os temas até os já familiarizados e que buscam uma atualização.

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Maria Glukova conta sua experiência no GNOME Outreachy

Olá!

Há algum tempo li uma entrevista muito legal com a Maria Glukova que conta como foi a sua experiência no programa Outreachy. Como a entrevista estava em inglês, achei que seria legal traduzir para que mais pessoas possam ler! Ela conta como foi a a sua candidatura e o projeto que desenvolveu para o Debian.

Shirish - Maria, fale sobre você
Maria – Não me considero um bom exemplo para futuros estagiários do Outreachy. Eu sinto que poderia ter feito muito mais. Mas de qualquer forma, eu estarei feliz em ajudar em algo que promova o Debian, Eu amo o Debian e a sua comunidade e eu gostaria de fazer parte dela.

ShirishComo e quando você ficou sabendo sobre o Outreachy?
Maria – Eu vi sobre o Outreachy no Twitter – um de meus amigos retweetou o tweet da Sarah Sharp sobre ele.

Shirish – Você já tinha participado do Outreachy ou outro programa de estágio antes dele?
Maria РṆo. Agora, pensando nisso, eu realmente acho que deveria ter iniciado antes. Exatamente agora estou no meu ̼ltimo ano na universidade e sinto que estou ficando sem tempo. Mas antes deste ano eu ouvi falar somente sobre o GSoC e eu sempre pensei que isso era algo para estudantes muito, muito espertos. Ṇo para mim.
Agora eu definitivamente aconselharia qualquer estudante e, na verdade, qualquer pessoa que dê seus primeiros passos na indústria da tecnologia para buscar estágio como este. Mesmo que você não entre na primeira tentativa, você ainda pode aprender muito com a tentativa.

Shirish – Por favor, compartilhe um pouco sobre o seu projeto com um pouco de detalhes.
Maria – Eu vi a página do reproducible build e parecia precisar de várias pequenas correções em muitos lugares.

Shirish – Existem algumas partes específicas que você está olhando/contribuindo, ou você está contribuindo com vários pacotes/aplicações diferentes ?
Maria – O meu trabalho era focado no Diffoscopo – ferramenta específica que é usada através do projeto Reproducible Builds. Eu não participei do trabalho “principal” de reprodutibilidade dos pacotes do Debian (ou seja, eu não enviei correções para pacotes específicos), mas eu espero que meu trabalho no Diffoscopo ajude a identificar mais facilmente os problemas com a reprodutibilidade, contribuindo assim indiretamente para corrigi-los.

Shirish – Pelo pouco que eu pude compreender, Outreachy acontece duas vezes por ano. Pelo passado histórico deles, na última rodada que você participou foram 13 outras organizações, você tentou se candidatar também para alguma daquelas outras ? Se sim, o que levou você a escolher o Debian ao invés das outras ?
Maria – Eu não tentei me candidatar para nenhuma outra organização. Na verdade, na época que eu iniciei a candidatura, o Debian era a única organização que eu realmente queria muito trabalhar. Eu não tenho certeza de que tentaria me candidatar o em outro lugar se o Debian não estivesse na lista. Sou uma usuária do Debian já há 3 anos e a possibilidade única de me tornar parte da sua comunidade, fazendo algo útil “de volta”, foi fascinante o suficiente para que eu superasse os meus medos e me candidatasse.

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Curso Gratuito de WordPress no Media Lab

Olá pessoal!

O Media Lab está com inscrições abertas para o curso de WordPress. Se você já sabe programar em PHP e tem interesse em conhecer o wordpress esse curso é para você!

Vale lembrar que as vagas são limitadas, para fazer a inscrição é só acessar esse link.

Oportunidade: ONU Mulheres seleciona, até 29/6, consultorias para elaboração de conteúdos e facilitação

A ONU Mulheres torna público o processo seletivo de contratação de duas consultorias para o Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres. O prazo para a aplicação das candidaturas se iniciou nesta sexta-feira (23/6) e se estenderá até 29 de junho. O curso tem como propósito incentivar a qualificação da cobertura local na imprensa e em veículos de comunicação comunitários e web 2.0/3.0 sobre a realidade das mulheres infectadas pelo vírus zika e arboviroses, articulando os direitos sexuais, direitos reprodutivos, prevenção e eliminação da violência contra as mulheres, tomando por base a garantia das mulheres ao direito humano à comunicação e o incentivo ao empoderamento político e econômico.

Uma das consultorias atuará na elaboração de conteúdos, incluindo a preparação de Guia de Comunicação sobre Saúde e Direitos das Mulheres para Jornalistas, Comunicadoras e Comunicadores, adaptação de metodologia para o curso e análise de notícias sobre saúde e direitos das mulheres, especialmente no contexto da tríplice epidemia. A outra consultoria fará a facilitação do curso em módulos distintos para jornalistas, comunicadoras e comunicadores, atualização de plataforma digitais com registro das atividades do curso e produção de relatórios técnicos.

Dentre os requisitos mínimos para as duas consultorias, estão: ensino superior completo em Jornalismo e experiência profissional mínima de cinco anos, em comunicação e gênero, raça e etnia e/ou comunicação e saúde, entre outros. As candidaturas deverão ser encaminhadas por correio eletrônico para compras.br@unwomen.org até as 23h59 (horário de Brasília) de 29/06/2017, contendo no assunto da mensagem o nome da seleção da consultoria.

Para saber mais clique AQUI.

Fonte: Site ONU Mulheres

Participe do Prêmio Curitibana Empreendedora

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Curitibana Empreendedora, essa é uma iniciativa da Agência Curitiba de Desenvolvimento para reconhecer o trabalho das mulheres e inspirar os negócios criados por elas. Para participar é necessário residir em Curitiba – PR, o prêmio é dividido em 3 categorias: Micro e pequena empresa, Microempreendedora individual e Ideia empreendedora.

As inscrições vão até o dia 15 de junho e podem ser feitas no site http://www.agenciacuritiba.com.br/