Olá!

Há um tempo li sobre o Prêmio Diáspora e como é uma notícia boa e é sempre bom compartilhar!

O primeiro prêmio Diáspora Brasil foi criado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), com o objetivo de promover a política industrial e é ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC.

Sobre o prêmio:

“O 1º Prêmio Diáspora Brasil é uma iniciativa da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e com o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Seu objetivo é promover o reconhecimento dos talentos brasileiros envolvidos em ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo, que contribuem para a construção de uma imagem positiva do Brasil no exterior e para o avanço da competitividade brasileira. O Prêmio contempla ainda os profissionais que se destacaram no fortalecimento, mobilização de novos membros e visibilidade da Rede Diáspora Brasil.

O prêmio também quer homenagear o notório saber e o esforço individual de talentos brasileiros no exterior que contribuem concretamente para elevar o patamar tecnológico, científico e do ambiente de negócios brasileiro, e para fortalecer a “Marca Brasil”“.

Esse prêmio é segmentado em duas categorias: A categoria 1 envolve os profissionais do ano para os setores de tecnologias de informação e comunicação e do complexo da saúde e a categoria 2 é destinada aos destaques da Rede Diáspora e as contribuições na identificação de oportunidades de negócios.

Os finalistas na categoria de Tecnologias de Informação e Comunicação foram:

  • Bernardo Scheinkman
  • Celso Correa Batalha
  • Duilia Fernandes de Mello
  • Vanessa Noronha Tölle
  • Vitor Fernando Pamplona

A vencedora do prêmio foi a Duilia Fernandes de Mello que tem 50 anos, atualmente mora nos EUA e trabalha como Astrofísica na NASA. Ela é graduada em Astronomia pela UFRJ, é autora do livro vivendo com as estrelas e atualmente trabalha como pesquisadora e também é professora na Universidade de Washington.

Encontrei um site com algumas descobertas feita por ela e experiência profissional que você pode conferir clicando AQUI.

Após receber este prêmio, alguns sites publicaram que o papel da mulher na ciência havia sido destacado e esse debate estava novamente em foco. Isso acontece porque no Brasil (e em vários outros países) é incomum ver um número considerável de mulheres nas áreas de exatas e ciências.

No entanto, o site do O GLOBO trouxe alguns dados apontando que apesar do número de mulheres ser menor em relação ao de homens, estamos evoluindo. Um dos dados apresentados na matéria diz repeito as bolsas de iniciação científica, que atualmente está dividido em 50% para mulheres, contra apenas 30% em 1999.

Quando a Duilia foi questionada sobre o menor número de mulheres na ciência ela foi discreta e disse que ainda existe preconceito. Apesar dela não ter feito maiores comentários sobre o assunto, achei muito positiva essa premiação e é um exemplo positivo de uma mulher de destaque no mundo da ciência.

Para quem gosta de astronomia pode ler AQUI uma entrevista sobre o assunto com a Duilia.

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