curitiba

Participe do Workshop de raspagem de dados com Python em Curitiba

Olá!

Estou muito feliz em organizar o Workshop de raspagem de dados com Python em Curitiba juntamente com o Professor Fernando Masanori. O nosso objetivo é aproximar especialmente as mulheres que não atuam na área de TI para aprender, tirar dúvidas e colocar a mão na massa com a linguagem de programação Python!

O workshop será gratuito, espero que você se inscreva e chame mais pessoas para participarem! Após fechar o período de solicitação de inscrição vamos selecionar as 70 pessoas que irão participar. Será enviado um e-mail para confirmar que você foi aprovada.

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Participe do Prêmio Curitibana Empreendedora

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Curitibana Empreendedora, essa é uma iniciativa da Agência Curitiba de Desenvolvimento para reconhecer o trabalho das mulheres e inspirar os negócios criados por elas. Para participar é necessário residir em Curitiba – PR, o prêmio é dividido em 3 categorias: Micro e pequena empresa, Microempreendedora individual e Ideia empreendedora.

As inscrições vão até o dia 15 de junho e podem ser feitas no site http://www.agenciacuritiba.com.br/

Grupos de Mulheres na Tecnologia em Curitiba

Olá!

Desde que comecei a pesquisar os grupos para adicionar ao blog não encontrei muitos grupos aqui em Curitiba – PR. O primeiro que conheci foi o Emílias, mas não fiquei sabendo de outros grupos durante um tempo. Em geral fico sabendo dos grupos pesquisando na internet, participando de eventos ou quando alguém indica.

womenO que foi legal é que desde o ano passado notei que surgiram algumas iniciativas aqui e noto que isso pode ser o resultado da difusão de grupos que estimulam a participação de mulheres na tecnologia no país. Nós últimos dois anos percebi que surgiram várias iniciativas e isso é bem bacana.

Até o momento os grupos que conheço em Curitiba são: Women Techmakers Curitiba, Emílias – Armação em Bits, PyLadies – Curitiba, ArduLadies Curitiba e TechLadies.

 

  • Women Techmakers Curitiba: O Women Techmakers Curitiba é uma comunidade independente, dentro do GDG Curitiba, que promove a visibilidade feminina na área de tecnologia.
  • Emílias – Armação em Bits: Projeto idealizado no Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) da Universidade Tecnológia Federal do Paraná (UTFPR) que busca a ampliação da participação de mulheres dos cursos de Engenharia da Computação e Bacharelado em Sistemas de Informação da Instituição.
  • PyLadies – Curitiba: PyLadies é um grupo para ajudar e instigar mulheres na área de computação a serem participantes ativas e líderes da comunidade de código aberto Python.
  • ArduLadies Curitiba: É um grupo voltado para o ensino e aprendizado sobre arduíno e hardware livre em geral.
  • TechLadies: TechLadies é uma rede de apoio criada para empoderar mulheres que tenham interesse em ingressar na área de Tecnologia da Informação.

Women Techbirthday

Amanhã (22/10) vai acontecer o Women Techbirthday em Curitiba para comemorar o aniversário do GDG Curitiba!

Era uma vez, uma participante do GDG Curitiba que sentia que faltava algum empurrãozinho para incentivar mulheres a participarem da nossa área.Ela descobriu que existia um grupo dentro da comunidade Google que empoderava as mulheres na tecnologia, mas este grupo ainda não existia em Curitiba. Ué, como assim? Vamos criar!

Olha só a programação!

gdg

 

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Ada Lovelace Day em Curitiba

No dia 26 de outubro de 2016 será comemorado o Ada Lovelace Day na Universidade Tecnológica Federal do Paraná-  UTFPR – Campus Curitiba das 16h-20h30.
A programação será divulgada em breve e a entrada é gratuita!

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Local: Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Av. Sete de Setembro, 3165 РReboṳas, Curitiba РPR

As inscrições podem ser feitas pelo site.

adaloveAda Lovelace

Augusta Ada King, nascida em 1815 com o nome Augusta Ada Byron, conhecida como Condessa de Lovelace ajudou o colega, Charles Baggage, no desenvolvimento da primeira máquina de cálculo, além de ser responsável pelo algoritmo que poderia ser usado para calcular funções matemáticas. O trabalho de Ada Lovelace permitiria que a máquina calculasse os números de Bernouilli.

Entre 1842 e 1843, ela criou notas sobre a máquina analítica de Babbage, que foram republicadas mais de cem anos depois. A máquina foi reconhecida como primeiro modelo de computador e as anotações da condessa como o primeiro algoritmo especificamente criado para ser implementado em um computador. Ada Lovelace é considerada a primeira programadora da história.

Fonte: olhar digital

Um dia de inspiração no Espaço Mulheres Executivas Paraná

Na última sexta-feira (18/09) assisti o painel “Mulheres Executivas, exemplos que inspiram, ideias que transformam!” organizado pelo Mulheres Executivas Paraná – MEX.

A mediadora foi a Solange Fusco – Gerente de Comunicação da Volvo com mais três debatedoras: Margaret Groff – Diretora Executiva Financeira da Itaipu; Elizabeth Loures – Sócia proprietária da TransTupi; e Andréia Dutra – Diretora de RH Brasil da Sodexo (na foto abaixo respectivamente da esquerda para direta).

Durante a apresentação das participantes, a Elizabeth Loures compartilhou a sua história de vida que é inspiradora pela simplicidade e poder transformador. Ela contou que liderou o grupo de jovem na igreja e que por ela ser de uma família onde era comum o pensamento de que a mulher não precisaria trabalhar, foi uma mudança grande quando ela dediciu traçar o caminho no mundo dos negócios e hoje ela divide com o marido as responsabilidades de liderar a empresa da família.

A Andréia Dutra tem uma trajetória de vida que cruza em muitos aspectos com a da Elizabeth. Ela nasceu em Bagé – RS e contou que sempre foi muito determinada desde criança quando convivia com os 3 irmãos. Ela conta que a trajetória como executiva foi algo que aconteceu naturalmente a medida que ela buscou as oportunidades e qualificação para atuar na área, mesmo com a mudança de cidade por conta do emprego ela consegue conciliar o trabalho com a rotina familiar.

A Margaret Groff contou que como muitos brasileiros, vem de uma família muito simples que vivia da agricultura. Ela acredita que recebeu desde cedo os valores sobre equidade de gênero da própria mãe que aplicava esses conceitos em casa. Ela acredita que medidas como código de conduta reduzem os casos de assédio moral e é a favor de programas de equidade de gêneros. A Margaret mencionou que a partir de um projeto de equidade é que conseguiu chegar ao cargo de diretoria, pois ela estava no mesmo cargo havia 15 anos.

A Solange Fusco é de Paranavaí – PR, e com a sua determinação mudou do interior para a capital para cursar a graduação e ainda conseguiu um emprego na primeira semana de aula, contrariando as expectativas dos colegas que não acreditavam que seria possível.

Foi uma manhã muito produtiva, tive a oportunidade de conhecer mulheres com trajetórias incríveis e ver um debate muito bom durante o painel. Esse é o tipo de discussão que leva a reflexão de que nós podemos mais e que devemos debater bastante sobre a questão da mulher como líder e buscar fomentar esse tipo de debate nos nossos círculos sociais e nas empresas. Durante o debate foi abordada a questão da liderança feminina, a adaptação as diferentes formas de liderança, como conciliar os objetivos pessoais e profissionais, a questão de gênero em grandes empresas e as mulheres em conselhos diretores.

Nesse dia tamb̩m entrevistei a Regina Arns Рpresidente do MEX, que contou como surgiu o grupo, as iniciativas e suas publica̵̤es. Confira a entrevista abaixo.

Blog: Como iniciaram as atividades do Espaço Mulheres Executivas?

Aconteceu em 2006 em um grupo de executivas em um espaço de desenvolvimento quando começaram a discutir como seria possível conseguir o equilibrio profissional e pessoal. Na época me apresentaram para a Maria Fernanda Teixeira que era presidente de grupo de executivas em São Paulo, mas sem intenção maior eu fui saber mais pela curiosidade, porque eu ouvia falar que lá ela tinha esse espaço de discussão, networking e business.

E ela me motivou muito a desenvolver essa proposta em Curitiba РPR e come̤ou a trazer algumas informa̵̤es que eram fatos novos. Foi assim que ela passou a ser a madrinha do grupo e formamos um conselho, uma diretoria e come̤amos a trazer dentro desse modelo de Ṣo Paulo a mesma proposta para Curitiba.

Blog: Nos conte sobre o projeto Projeto Retratos de carreiras e Políticas de Diversidade de Gênero

Em 2012 foi lançado o livro “Mulheres, elas fazem história. Experiências profissionais, Práticas Empresariais e Reflexões sobre a Liderança Feminina” e são vários depoimentos de executivas e que tem inspirado outras mulheres, mas foi uma edição com poucos exemplares e não poderia ser comercializada porque foi publicada pelo Ministério da Cultura/Lei Rouanet.

Este ano nós buscamos fazer em um formato diferente, trazendo retratos de carreiras, compartilhando histórias um pouco mais extensas que estão disponíveis no site para inspirar outras mulheres nas suas trajetórias profissionais. Em 2014 foi publicada a 2ª edição do livro – “Mulheres Executivas, Oportunidades iguais exigem escolhas diferentes. Experiências, Práticas Empresariais, Reflexões sobre a Carreira e Estilo de vida” que está disponível para venda para que mais pessoas tenham acesso a essa publicação.

Já as políticas de diversidade de gênero, estamos estimulando o grupo e as empresas que participam do MEX a terem essas políticas escritas para servir de exemplo para outras organizações

Blog: Quais são as dicas para mulheres que desejam empreender e iniciar o próprio negócio?

Buscar conhecimento na área e em empreendedorismo fortalece para abrir seu próprio negócio, buscar se associar as mulheres empreendedoras, executivas para se fortalecer e conhecer outras históricas, ter vontade e alegria.

Blog: A sua visão sobre equidade de gênero mudou depois que começou a participar do MEX?

Até começar a conduzir o grupo eu não entendia isso como importante porque considerava que com competência não teria distinção de gênero. Mas isso mudou quando o grupo iniciou e conheci outras histórias e pesquisas sobre o assunto.

Se continuarmos no mesmo ritmo vai levar 81 anos para alcançar a equidade de gênero. O Brasil, dentro da America Latina é um país que tem uma expressão muito baixa a nível de crescimento de mulheres em cargos de liderança.

Nos últimos 10 anos não chegamos a 10% no número de mulheres em altos cargos de liderança. Nós temos que trazer discussões como essa nos fortalecemos em encontros como este, trazermos reflexões para pensarmos no assunto e trazermos mais mulheres.

Blog: Qual a sua opinião sobre cota para mulheres em cargo de diretoria, sabemos que a Luiza Trajano mencionou ser a favor dessa medida como forma transitória para diminuir a desigualdade atual.

Os países desenvolvidos já trabalham com a lei da cota e muitas vezes até mesmo as mulheres se questionam sobre a necessidade de existir a cota. As experiências de países como França, Suécia e Noruega tratam isso como um período de ajuste, para acelerar esse processo com uma data para iniciar e terminar para que não demore tantos anos para que essa mudança aconteça. Mas é um ponto bem discutível principalmente para nós mulheres.

O mercado de trabalho foi desenhado para os homens e não para as mulheres, mas se a gente não tiver essa participação de uma forma mais expressiva em cargos de liderança a gente não mudará essa realidade, continuará igual, então a gente tem que trazer de uma forma mais intensa essa reflexão. Talvez seja pelas cotas, só pelo fato de se falar em contas já está se trazendo essa reflexão de forma mais acelerada.

Da esquerda para direta: Andréia Dutra, Margaret Groff, Elizabeth Loures, Solange Fusco, Regina Arns, e participante.

Todas as participantes no encerramento do encontro.