tecnologia

Como foi o workshop de raspagem de dados para mulheres em Curitiba

Olá!

No último sábado (09/12/18) aconteceu o nosso workshop de raspagem de dados com Python ministrado pelo Fernando Masanori aqui em Curitiba. Como comentei em outro post essa ideia surgiu no dia 18 de setembro no twitter depois que divulguei o evento de BH e o Fernando perguntou se eu tinha interesse em ter o evento aqui. A resposta foi sim, mesmo sem ter o local ou saber como que iria viabilizar tudo.

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Participe do Byte Girl 2017

Olá!

Em outubro vai acontecer a terceira edição do Byte Girl, este é um evento voltado para reunir  público feminino, mas não é exclusivo, então os homens também podem participar.  Como em todas as edições contará com a participação de muitas mulheres palestrantes (e depois tem gente que diz que é “difícil” encontrar mulher palestrante né?!).

Vai ser no dia 14 de outubro em Fortaleza – CE.

A programação está muito diversificada e você pode conferir logo abaixo.

Lembrando que o evento vai acontecer na Faculdade Farias Brito. Para outras informações e inscrição clique AQUI.

Como a comunidade Python trabalha em prol da diversidade?

Olá!

O Twitter é uma das redes sociais que mais uso, principalmente porque consigo saber de várias notícias em poucos minutos. E foi assim que vi um comentário do professor Fernando Masanori sobre como a comunidade Python é receptiva em relação a comunidade LGBTT.

Aproveitei o gancho para fazer uma entrevista sobre diversidade com ele, a Naomi Ceder que atua como chair da directoria da Python Software Foundation, ela  também é a co-fundadora do Trans*Code, um hackday para a comunidade trans, com eventos no Reino Unido, Suíça e EUA. (http://trans.tech, @trans_code) e a desenvolvedora de software Mirian Retka e já posso adiantar que ficou demais!

Blog: Como é o trabalho do projeto Python para promover a diversidade? é algo direcionado para o público LGBTTT ou abrange mulheres, negros e minorias em geral?
Naomi: O trabalho começou principalmente dirigido para as mulheres em geral. Então, à medida que o foco se ampliou, as pessoas LGBT e outras minorias tornaram-se mais visíveis e aceitas. Isso aconteceu primeiro nos EUA, mas agora também está acontecendo no Reino Unido, Europa, Brasil e outros paises.
Em 2014, na PyCon US, tivemos nosso primeiro encontro de Pythonistas LGBT e todos ficamos surpresos com o fato de que 15 de nós estivéssemos na conferência. Agora estamos muitos mais.
Fernando: Como a Naomi disse no seu Keynote na Python Brasil, as comunidades em cada país estão procurando promover não só a diversidade, mas também a inclusão de qualquer tipo de pessoas. Eu trabalho no grupo de trabalho que aprova pedidos de verba para projetos. A composição deste grupo dá uma ideia do esforço pela diversidade, onde você verá pessoas da África, Índia, América do Sul representadas. Em vários pedidos de verba para conferências, eu sou testemunha de que houve um questionamento para pedidos de eventos onde não houvessem poucas ou nenhuma mulher nas palestras. Além disso *nenhum* pedido é concedido a um evento, qualquer evento, que não tenha Código de Conduta. E não qualquer CoC, mas que possuam garantias mínimas, segundo um padrão adotado pela PyCon US.

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TI por Elas: Luciane Baldo

Olá!

Hoje vamos conhecer a trajetória da Luciane Baldo, assisti uma palestra no Agile Brazil do ano passado e entrei em contato com ela para podermos conhecer um pouco mais sobre a história dela na TI.

A Luciane nasceu na cidade de Dois Vizinhos, Sudoeste do Paraná e atualmente mora em  Maringá – PR, ela atua como Analista de Negócios/Requisitos, trabalho na empresa DB1 Global Software. Ela está na área a Aproximadamente 10 anos e já atuou na área de Suporte a cliente e Homologação de Software. Formada em Tecnólogo em Informática pós-graduada em Gestão contábil pela UTFPR e Engenharia de Software pela Univel Cascavel.Participação em disciplinas na condição de aluna externa do Programa de Mestrado em Informática da UTFPR, campus Cornélio Procópio, linha de pesquisa Engenharia de Software.

O que faz meus olhos brilhar e meu coração disparar é a palavra “desafio”. O fascínio, a liberdade de propor novas soluções que facilitarão o dia-a-dia das pessoas!

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Participe do Coworking Week

Olá!

A Girls in Tech Brazil está preparando um evento muito bacana para as cidade de São paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro!

A Coworking Week, evento que leva empreendedoras para passar um dia trabalhando em seus projetos dentro de empresas de tecnologia referência no país. O evento será realizado de 21 de novembro a 02 de dezembro. Faz parte do circuito as empresas: Vagas, Gazeus, Linx+Neemu+Chaordic, Resultados Digitais e GetNinjas, distribuídas em São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis.

Para participar, a empreendedora deve se inscrever neste link e escolher em qual empresa deseja passar o dia. As vagas são limitadas e sua quantidade e distribuição variam de acordo com a empresa. Será cobrada uma taxa simbólica de R$20 de cada participante para ajudar a fomentar as ações e programas do Girls in Tech no Brazil.

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