tecnologia

TI por Elas: Luciane Baldo

Olá!

Hoje vamos conhecer a trajetória da Luciane Baldo, assisti uma palestra no Agile Brazil do ano passado e entrei em contato com ela para podermos conhecer um pouco mais sobre a história dela na TI.

A Luciane nasceu na cidade de Dois Vizinhos, Sudoeste do Paraná e atualmente mora em  Maringá – PR, ela atua como Analista de Negócios/Requisitos, trabalho na empresa DB1 Global Software. Ela está na área a Aproximadamente 10 anos e já atuou na área de Suporte a cliente e Homologação de Software. Formada em Tecnólogo em Informática pós-graduada em Gestão contábil pela UTFPR e Engenharia de Software pela Univel Cascavel.Participação em disciplinas na condição de aluna externa do Programa de Mestrado em Informática da UTFPR, campus Cornélio Procópio, linha de pesquisa Engenharia de Software.

O que faz meus olhos brilhar e meu coração disparar é a palavra “desafio”. O fascínio, a liberdade de propor novas soluções que facilitarão o dia-a-dia das pessoas!

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Participe do Coworking Week

Olá!

A Girls in Tech Brazil está preparando um evento muito bacana para as cidade de São paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro!

A Coworking Week, evento que leva empreendedoras para passar um dia trabalhando em seus projetos dentro de empresas de tecnologia referência no país. O evento será realizado de 21 de novembro a 02 de dezembro. Faz parte do circuito as empresas: Vagas, Gazeus, Linx+Neemu+Chaordic, Resultados Digitais e GetNinjas, distribuídas em São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis.

Para participar, a empreendedora deve se inscrever neste link e escolher em qual empresa deseja passar o dia. As vagas são limitadas e sua quantidade e distribuição variam de acordo com a empresa. Será cobrada uma taxa simbólica de R$20 de cada participante para ajudar a fomentar as ações e programas do Girls in Tech no Brazil.

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Grupos de Mulheres na Tecnologia em Curitiba

Olá!

Desde que comecei a pesquisar os grupos para adicionar ao blog não encontrei muitos grupos aqui em Curitiba – PR. O primeiro que conheci foi o Emílias, mas não fiquei sabendo de outros grupos durante um tempo. Em geral fico sabendo dos grupos pesquisando na internet, participando de eventos ou quando alguém indica.

womenO que foi legal é que desde o ano passado notei que surgiram algumas iniciativas aqui e noto que isso pode ser o resultado da difusão de grupos que estimulam a participação de mulheres na tecnologia no país. Nós últimos dois anos percebi que surgiram várias iniciativas e isso é bem bacana.

Até o momento os grupos que conheço em Curitiba são: Women Techmakers Curitiba, Emílias – Armação em Bits, PyLadies – Curitiba, ArduLadies Curitiba e TechLadies.

 

  • Women Techmakers Curitiba: O Women Techmakers Curitiba é uma comunidade independente, dentro do GDG Curitiba, que promove a visibilidade feminina na área de tecnologia.
  • Emílias – Armação em Bits: Projeto idealizado no Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) da Universidade Tecnológia Federal do Paraná (UTFPR) que busca a ampliação da participação de mulheres dos cursos de Engenharia da Computação e Bacharelado em Sistemas de Informação da Instituição.
  • PyLadies – Curitiba: PyLadies é um grupo para ajudar e instigar mulheres na área de computação a serem participantes ativas e líderes da comunidade de código aberto Python.
  • ArduLadies Curitiba: É um grupo voltado para o ensino e aprendizado sobre arduíno e hardware livre em geral.
  • TechLadies: TechLadies é uma rede de apoio criada para empoderar mulheres que tenham interesse em ingressar na área de Tecnologia da Informação.

Um Olhar Sobre as Mulheres na Tecnologia

Olá!

Há algum tempo escrevi um texto sobre mulheres na tecncologia para a revista Atittude. Na semana passada recebi a edição impressa, como já foi publicada, compartilho com vocês essa reflexão sobre o nosso papel fundamental para a computação, a redução da quantidade de mulheres nessa área e como estamos trabalhando para contornar esse problema. Confira o texto abaixo. 🙂

Nos últimos anos estamos acompanhando o fenômeno de iniciativas para aumentar a participação de mulheres na área de tecnologia da informação e comunicação. Isso pode fazer com que algumas pessoas acreditem que as mulheres sempre desempenharam papéis menores nesse campo atualmente com maioria masculina. Porém, muita gente não sabe que as mulheres foram responsáveis por contribuições essenciais para o avanço da computação. A descoberta que levou ao desenvolvimento do Wifi e bluetooth foi feita por Hedy Lamarr, a invenção do compilador foi feita pela Grace Hopper e a mais famosa delas a Ada Lovelace que é considerada a primeira programadora da história.

Hedy Lammar Grace Hoper Ada Lovelace

Com essas contribuições tão significantes para o nosso avanço tecnológico, pode causar estranhamento notar que a área de tecnologia ­ TI costuma ser rotulada como um campo exclusivamente masculino. Embora não seja possível estimar uma data e os motivos exatos que levaram a redução da participação das mulheres na tecnologia, é possível notar que essa mudança ainda impacta negativamente nos dias atuais. Um exemplo disso pode ser confirmado no último vestibular da USP dos 50 aprovados no curso de Ciência da Computação apenas 4 são mulheres.

Revista

Entre os argumentos para explicar a pequena quantidade de mulheres na tecnologia atualmente, algumas são absurdas como aquela que diz que mulheres são mais capazes para a área de humanas do que para exatas. Sabe­se que as mulheres desde crianças não são estimuladas a conhecerem artefatos tecnológicos tanto quanto os homens e ainda existe preconceito quando elas ingressam em cursos superiores. Pois é comum os relatos de garotas que ouvem dos colegas comentários machistas do tipo “ali não é lugar de mulher” ou que “não precisam estudar porque é certo que vão tirar nota boa com o professor”.

Durante a minha graduação em Desenvolvimento de Sistemas para a Internet no IFMT a turma iniciou com 25 pessoas. Na formatura éramos apenas 6, sendo 4 mulheres e 2 homens e isso foi em 2010. Acredito que até hoje a nossa turma foi a que teve a maior proporção entre homens e mulheres e isso não é comum em cursos de informática.

Gosto de lembrar que na minha turma não houve relatos de preconceito contra as mulheres mesmo quando éramos minoria. Isso é interessante pois acredito que o número reduzido de mulheres na TI não é algo que pode ser explicado apenas pela questão do preconceito. Vale ressaltar que em geral é comum enfrentar obstáculos quando você faz parte da minoria em determinado grupo e isso vale tanto para homens quanto para as mulheres.

As dificuldades encontradas ao longo dos anos pela minoria feminina na computação serviram para as mulheres se unirem para enfrentar esses problemas e assim estão descobrindo formas de modificar esse cenário. Existem várias inciativas pelo mundo com o objetivo de fortalecer a presença feminina nas áreas de exatas e tecnologia, esse é um passo importante principalmente para as garotas que ainda estão decidindo sobre qual campo desejam atuar. O papel desses grupos é fundamental para informá­las de que não há limites, elas podem fazer qualquer escolha e não existe uma área exclusivamente para homens ou para mulheres.

O trabalho desses grupos acontece na área acadêmica, em eventos que possuem propostas de atividades estimulando o aumento de mulheres palestrantes e voltados para o empreendedorismo feminino, outros com oficinas de programação ou então com encontros informais para debater ideias.

Na área acadêmica o projeto Meninas Digitais – Regional Sul sediado na Universidade Federal de Santa Catarina tem desenvolvido um trabalho muito interessante com alunas do ensino médio,abordando palestras com profissionais da computação e também oficinas de robótica e jogos digitais. Já o grupo PyLadies é internacional e no Brasil iniciou os trabalhos em Natal – RN e hoje tem diversos grupos pelo Brasil com o objetivo de criar um ambiente amigável as mulheres na comunidade python.

Outro grupo que é bem atuante na questão de gênero é o PoliGen da Universidade de São Paulo que discute questões de gênero e promove também o hackathon que é uma competição com pessoas de diversas áreas para propor uma solução para determinado problema, muitas vezes o resultado desse trabalho pode ser codificado em forma de aplicativo.

O grupo Mulheres na Tecnologia – MNT mantem um site para a divulgação de notícias e organiza um encontro anual com mulheres ministrando palestras técnicas e não técnicas. Esse tipo de evento é importante para manter a visibilidade feminina na tecnologia mostrando que existem profissionais qualificadas desempenhando papéis relevantes na área.

Poligen Pyladies Meninasdigitais

Mnt
O desafio desses grupos é imenso, pois precisam trabalhar contra estereótipos e vícios culturais que não são simples de resolver. Entretanto, para que essas atividades continuem é fundamental que as pessoas também colaborem visando o fortalecimento e a manutenção desse trabalho. As mulheres estão conseguindo, aos poucos, conquistar lugares de destaque no mercado da tecnologia. Para que esse processo seja contínuo devemos prosseguir estimulando a participação delas na tecnologia, pois a diversidade é a melhor opção para a construção de soluções melhores para a indústria como também para a formação de cidadãos conscientes do seu papel na sociedade.

Pesquisa: Como aumentar a participação de mulheres em eventos de WordPress?

Olá!

O post de hoje começa com uma pergunta e também com um pedido de colaboração para ajudar a encontrar as respostas para essa questão!

A comunidade WordPress lançou uma pesquisa com o objetivo de identificar os pontos que podem ser melhorados para aumentar a participação das mulheres nos eventos que a comunidade organiza.

A pesquisa é bem rápida de responder, então vamos ajudar a descobrir como aumentar o número de mulheres nos eventos de WordPress?!

Acesse o link da pesquisa aqui